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Orçamento familiar: como começar a gerir as contas da casa

Orçamento familiar: como começar a perceber de onde vem o dinheiro e decidir bem para onde vai. Encontre aqui os conselhos de que precisa.

Orçamento familiar: como começar a gerir as contas da casa
Até os orçamentos grandes requerem uma boa gestão

A gestão financeira é, cada vez mais, uma preocupação comum em todas as famílias. No entanto, muitas questões podem surgir no momento de fazer contas ao orçamento familiar: como começar? Por onde começar? E o que fazer depois?

Se também tem estas dúvidas, nós tentamos ajudar. Procure uma caneta e um papel e anote: na próxima reunião de família tudo será mais fácil de conversar.

Gestão do orçamento familiar: como começar


Comece por criar a base do seu trabalho. Está a fazer um plano do que vai ganhar e gastar, certo? Então, anote primeiro tudo o que a família ganha e tudo o que gasta. É a partir daqui que vai desenvolver o resto dos cálculos.

Aqui, importa ser honesto e ter bom senso. Anote os ganhos constantes (sem extras) e seja sincero com as despesas mensais.

Distribua ganhos e gastos

orçamento familiar como começar

É uma das regras de ouro do orçamento familiar: como começar a perceber de onde vem o dinheiro e para onde vai. Ao anotar ganhos e gastos, anote exatamente quem ganha que valor e quem gasta que valor.

A ideia não é apontar dedos acusadores, mas sim estar consciente do contributo de cada um para o orçamento. Assim, todos sabem, por exemplo, que impacto tem a perda de um emprego nas contas mensais e cada um sabe se ganha o suficiente para cobrir aquilo que gasta ou se está a derrapar nas contas e a depender dos outros.

Cuide das suas poupanças

É tão importante fazer logo um orçamento familiar como começar a cuidar das poupanças da família. Ao fazer as contas mensais, inclua um valor de poupança. Esse valor deve ser sempre respeitado e ninguém deve usá-lo sem um motivo muito forte.

A vantagem de cuidar das poupanças é não só garantir o futuro, como também criar um fundo de reserva no orçamento familiar, que vai dar muito jeito para o ponto a seguir.

Antecipe o futuro

Se a outra era regra de ouro, esta é a regra de prata e é a pergunta que deve fazer no primeiro momento em que se senta para planear o orçamento familiar: como começar já a preparar-se para fazer face a despesas extraordinárias?

Despesas podem aparecer em qualquer altura: um bebé que nasce, um filho que vai para a faculdade, um parceiro que fica doente e precisa de tratamentos, um carro que avaria e custa muito a reparar.

Não seja apanhado desprevenido e considere a constituição de um fundo de reserva familiar: todos contribuem e todos podem contar com ele em caso de necessidade.

Preveja a manutenção da casa

Preveja a manutenção da casa

A casa nova é linda, está impecável e tem tudo o que precisa. Que bom! Mas lembre-se que o tempo passa e as coisas não ficam assim para sempre.

As casas precisam de manutenção e isso custa dinheiro – que não pode sair de surpresa do orçamento familiar. Como começar, então, a preparar-se? Criando já uma rubrica no orçamento para despesas de manutenção. Esta parte do dinheiro não tem de ser uma poupança intocável e até convém que a vá usando para o que precisa de vez em quando, desde louças a móveis ou reparações no telhado.

Seja criativo

Este é um desafio para quem está a elaborar o orçamento familiar: como começar a aproveitar a vida da mesma forma mas com menos gastos?

É verdade que juntar-se com alguém não deve ser um sacrifício, mas também é verdade que constituir família traz despesas e obrigações a que não estava habituado e pode sobrar menos verba para a diversão no final do mês. Encontre formas novas de se divertir que não lhe saiam tanto no bolso e lhe permitam manter a qualidade de vida sem sacrificar o bem-estar da família.

O mais importante na gestão de um orçamento familiar é mesmo ser sincero nas contas e estar preparado para pôr a família sempre em primeiro lugar. Se for organizado e mantiver sempre fundos de reserva para prevenir o futuro, vai ver que corre tudo bem!

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