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As 20 zonas do país com mais risco de incêndio

Apresentamos-lhe a lista das zonas do país com mais risco de incêndio, segundo um estudo do Centro de Estudos Florestais do Instituto Superior de Agronomia.

As 20 zonas do país com mais risco de incêndio
Os concelhos mais suscetíveis a fogos

A Estrutura de Missão para os Fogos Rurais quis saber quais as zonas do país com mais risco de incêndio em 2018. O estudo foi feito e deu origem a uma lista com os 20 concelhos portugueses mais suscetíveis a incêndios. O estudo analisou a hipótese de arderem mais de 250 hectares por cada 400 hectares em que exista contexto propício à existência de incêndios. A reflexão avança ainda que 1,9% do território levanta grandes preocupações relativamente aos incêndios, o que perfaz cerca de 175 mil hectáres. Conheça a lista das 20 zonas do país com mais risco de incêndio e passe um verão informado e em segurança.

As zonas do país com mais risco de incêndio, por ordem descendente


zonas do pais com mais riscos de incendios

1. Monchique (Faro)

Monchique é uma vila portuguesa no distrito de Faro, com cerca de 6045 habitantes. O município é delimitado pelos municípios de Odemira, Silves, Portimão, Lagos e Aljezur. Vale a pena visitar o seu centro histórico, conhecer o seu artesanato – sobretudo a cestaria e a tecelagem – e provar a sua gastronomia, famosa pelos enchidos de porco, pelo presunto e pela aguardente de medronho e licores vários.

2. Oleiros (Castelo Branco)

Oleiros é uma vila portuguesa pertencente ao distrito de Castelo Branco, com  5205 habitantes e subdividida em 10 freguesias. O município é delimitado pelos municípios do Fundão, Castelo Branco, Proença-a-Nova, Sertã e Pampilhosa da Serra. A vila tem algum interesse do ponto de vista da geologia e da ecologia, assim como em termos patrimoniais, merecendo uma visita a Igreja Matriz de Oleiros e a Igreja da Misericórdia de Oleiros. No que toca à gastronomia, não deixou de comer o cabrito estonado à moda de Oleiros e o vinho calum e divirta-se nas suas muitas festas, romarias, procissões, feiras e mercados.

3. Caminha (Viana de Castelo)

Caminha é uma vila portuguesa do distrito de Viana do Castelo. Tem 16684 habitantes e está subdividida em 14 freguesias. O município está delimitado pelos municípios de Vila Nova de Cerveira, Ponte de Lima, Viana do Castelo e Galiza. Possui um património monumental e natural rico e variado, de onde se podem salientar a Igreja Matriz de Caminha, o Castelo de Caminha e as Muralhas seiscentistas, assim como o Estuário do Rio Minho, a Serra de Arga e a Praia da Foz do Minho.

4. Vila Nova de Cerveira (Viana do Castelo)

Vila Nova de Cerveira é uma vila portuguesa do distrito de Viana do Castelo, possui 9253 habitantes e está subdividida em 11 freguesias. O município é delimitado pelos municípios de Valença, Paredes de Coura, Ponte de Lima, Caminha e Galiza. Tem um património diverso e com interesse como  o Convento de SanPayo, o Castelo de Vila Nova de Cerveira e o Forte de Lovelhe, mas o destaque vai para o Aquamuseu do Rio Minho.

5. Vila Nova de Paiva (Viseu)

Vila Nova de Paiva é uma vila portuguesa do distrito de Viseu. Com 5176 habitantes está subdividida em 5 freguesias –  Pendilhe, Queiriga, Touro, Vila Cova à Coelheira e Vila Nova de Paiva, Alhais e Fráguas. O município é delimitado pelos municípios de Moimenta da Beira, Sátão, Viseu, Tarouca e Castro Daire. Em termos patrimoniais, não deixe de conhecer o Pelourinho de Fráguas, a Anta de Pendilhe e o Pelourinho de Vila Cova à Coelheira.

  1. Aljezur (Faro)
  2. Vila de Rei (Castelo Branco)
  3. Covilhã (Castelo Branco)
  4. Proença-a-Nova (Castelo Branco)
  5. Moimenta da Beira (Viseu)
  6. Viana do Castelo (Viana do Castelo)
  7. Vila Pouca de Aguiar (Vila Real)
  8. Baião (Porto)
  9. Celorico da Beira (Guarda)
  10. Gavião (Portalegre)
  11. Sardoal (Santarém)
  12. Sertã (Castelo Branco)
  13. Chamusca (Santarém)
  14. Portimão (Faro)
  15. Ponte da Barca (Viana do Castelo)

Agora que já sabe quais as zonas do país com mais risco de incêndio, não deixe de visitar estas regiões, mas esteja atento e mantenha-se vigilante. Escusado será dizer que deve ter uma postura preventiva e evitar tudo aquilo que pode dar origem a um incêndio, desde logo não fazer fogueiras ou queimadas. Caso seja necessário, não deixe de contactar a corporação de bombeiros mais próxima e, claro, cooperar com as autoridades, procurando manter sempre a calma.

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