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11 alternativas aos modelos premium

O preço a pagar por um automóvel com estatuto pode ser mais elevado que o desejado. Por isso, conheça 11 alternativas aos modelos premium.

11 alternativas aos modelos premium
Comprar o carro adequado e por menos dinheiro

O preço dos automóveis de gama alta pode ser mais elevado que o desejado, se considerarmos custo de opcionais ou manutenção, por exemplo. Prescindindo do factor imagem social e fazendo algumas contas, é quase certo que encontra o que pretende (ou mais), por menos dinheiro. Apresentamos, por isso, alternativas aos modelos premium.

11 alternativas aos modelos premium


1. Alfa Romeo Giulia

Para muitos, é impensável um Alfa Romeo ser alternativa aos modelos premium. Para outros, os Alfa são os melhores automóveis do mundo. O Giulia, cujo nome faz parte da história da marca, foi recuperado para esta berlina que mostra o que a Alfa Romeo sempre soube fazer: automóveis que apelam à emoção. A estética desportiva e a beleza do traço italiano distingue-o perante qualquer concorrente premium, com ópticas rasgadas e a grande grelha dianteira a arrebatarem corações automobilísticos.

É no habitáculo que a Giulia (em Itália, os automóveis são tratados no feminino) corre o risco de atraiçoar, quando comparado com a fidelidade dos alemães no que respeita a qualidade e montagem. O ambiente desportivo fazem esquecer esse detalhe (sobretudo aos alfistas) e é impossível não reatar a paixão quando se atenta em pormenores como o botão de ignição no lado esquerdo do volante e as melhores patilhas de caixa de velocidades existentes no segmento, fixas na coluna de direção e de grandes dimensões para facilitar a utilização.

O Giulia também capta as atenções no que respeita à dinâmica, com repartição de pesos na ordem 50/50, tração traseira, uma versão Veloce com tração integral Q4 e motor Diesel de 210 cavalos. Esta atraente alternativa aos modelos premium conta também com um distinto 2.0 Turbo a gasolina, de 280 cavalos, e o “arrasa corações” 2.9 V6 BiTurbo, que não tem medo de acenar os seus 510 cavalos de potência ao famoso premium BMW M3.

 

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2. Ford Mondeo

A escolha como alternativa aos modelos premium na marca da oval azul recaiu sobre o Mondeo, modelo disponível nas configurações de 5 portas e Station Wagon, com a versatilidade da carrinha a ganhar pontos na hora de arrumar malas e seguir viagem com família.

Em ambas as opções, o Mondeo disponibiliza algo ainda pouco vulgar em automóveis destas dimensões e visto com muita desconfiança (e sem fundamento): motor a gasolina de três cilindros. É o famoso EcoBoost, presente em diversos modelos Ford (como no novo Fiesta Active Life), aqui com 125 cavalos de potência. Baixos consumos e emissões, suavidade de utilização e linearidade são argumentos deste premiado propulsor.

Os amantes (ou necessitados) dos Diesel podem escolher entre o 1.5 TDCi de 120 cavalos e o 2.0 TDCi de 150 cavalos, com transmissões de seis velocidades, manual e automática. É difícil resistir quando o Mondeo nos “olha” de frente, com a grelha dianteira tantas vez conotada com a marca de superdesportivos Aston Martin, um visual que permite a esta alternativa aos premium marcar a diferença.

O ambiente a bordo prima pela serenidade, qualidade ao nível do segmento e conforto. As versões Titanium são as mais bem equipadas, com a versão Vignale a situar-se no topo da oferta em termos de equipamento e luxo.

 

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3. Kia Stinger

O Kia Stinger é uma autêntica pedrada no charco e um claro sinal da dinâmica e ambição do grupo Hyundai/Kia. Esta berlina desportiva veio, sem que ninguém esperasse, agitar as águas entre automóveis conceituados e mostrar que pode ser alternativa a modelos premium.

O Stinger dá uma “ferroada” no BMW Série 4 e Audi A5, e, como se não bastasse, provocou o Porsche Panamera e o BMW Série 6 GranCoupé para um desafio em que mostrou prestações e dinâmica de realce, tendo divulgado o feito por essa internet fora. A imagem desportiva do Kia Stinger não agrada a todos mas marca a diferença num meio onde também os padrões de estética dos automóveis premium são dominados, regra geral, pelos alemães.

O habitáculo pode não ser tão requintado como nas propostas premium mas apresenta materiais convincentes e imagem desportiva que sublinha o novo estilo no construtor coreano. O Kia Stinger está disponível com motor Diesel 2.2 de 197 cavalos, um 2.0 Turbo de 255 cavalos e um V6 3.3 que chega aos 365 cavalos, todos com caixa automática de oito velocidades.

 

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4. Lexus IS

Falar de alternativas aos modelos premium é falar de Lexus e falar de Lexus é falar de híbridos. O IS 300h é já veterano nesta tecnologia, aqui com motor Atkison 2.5, aliado a um motor eléctrico de 143 cavalos, que permite à berlina japonesa chegar aos 223 cavalos de potência. Esta é transmitida ao eixo traseiro por uma caixa de velocidades (que não é bem uma caixa de velocidades…) de variação contínua CVT e que torna a condução do IS muito particular, do género “primeiro estranha-se, depois entranha-se”.

A serenidade impera no habitáculo, área onde o Lexus IS 300h se distingue também dos modelos de construtores conceituados, mais sóbrio mas com qualidade e montagem assinaláveis. Ao volante, esta alternativa aos premium também se diferencia: impera a suavidade, com estilo de condução próprio, graças à transmissão sem “passagens de caixa” (embora com patilhas no volante para “reduções”).

O preço é que não é muito alternativo mas a marca de luxo da Toyota defende-se com consumos reduzidos, tecnologia que permite menos emissões poluentes e menores custos de manutenção. A mais recente actualização estética trouxe ao IS mais personalidade, sobretudo na linha da frente, com a grelha da família Lexus a marcar presença junto dos outros automóveis premium.

 

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5. Mazda 6

As linhas vincadas e robustas do Mazda 6 asseguram-lhe uma presença distinta, tanto na versão sedan, como na station wagon, ambos disponíveis com preços ligeiramente abaixo dos 35 mil euros. A robustez da aparência do topo de gama alternativo aos modelos premium reflecte o que vai lá dentro, com um habitáculo com bons materiais e montagem, ambiente sóbrio e com comandos a pensar no condutor.

Mesmo contando apenas com motorização Diesel 2.2 (cilindrada acima da oferta premium e disponível com 150 e 175 cavalos), o Mazda 6 faz uso da tecnologia Skyactiv para reduzir consumos e emissões. As seis velocidades estão disponíveis, quer na transmissão manual, quer na caixa automática.

Tal como a maioria dos modelos do segmento, o Mazda 6 já oferece sistemas de segurança como detecção de peões, sistemas de aviso de saída de faixa de rodagem, faróis de LED adaptativos, sistema de assistência à travagem em caso de colisão, entre outros.

 

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6. Opel Insignia

Opel Insignia Sports Tourer é a designação do novo topo de gama na versão de cinco portas, que alinha na tendência estética dos “coupés” com mais de duas portas. Este Insignia usa o estilo como uma das cartadas na alternativa aos modelos premium, com gama que se completa com a carrinha Sports Tourer, a mais radical Country Tourer e o GSI, com sigla que recupera a tradição de modelos desportivos da Opel.

Disponível também em carrinha, o GSI respira estilo desportivo por todos os lados, desde imagem à eficácia do chassis (com suspensão pilotada FlexRide), passando pelos 260 cavalos e 400 Nm do 2.0 Turbo. Outra das jogadas frente aos modelos premium são os bancos com certificação AGR – associação alemã de especialistas em ortopedia e ergonomia – com aquecimento, ventilação e massagem. E os bancos laterais traseiros também podem ser aquecidos!

A qualidade geral a bordo e insonorização são outras mais-valias encontradas na gama Insignia, que se serve da plataforma Epsilon 2 para aumentar substancialmente o espaço a bordo relativamente ao modelo anterior. Os materiais mais leves usados no actual Insignia permitem reduzir o peso que, como se sabe, é inimigo de uma boa dinâmica e menores consumos e emissões. Além do 2.0 do GSI, o Opel Insignia oferece motorizações 1.5 (140 e 165 cavalos) a gasolina os Diesel 1.6 e 2.0.

 

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7. Peugeot 508

Depois de o grupo PSA ter anunciado que pretende colocar o Peugeot 508 no segmento premium dentro de pouco tempo, a marca francesa começa a colocar o exercício em prática. A alternativa aos modelos premium vem com o novo 508, em configurações “coupé quatro portas” e carrinha SW.

Para fazer a vida negra ao típico trio alemão A4, Série 3 e Classe C, o Peugeot 508 oferece imagem extremamente apelativa e um habitáculo onde o design futurista anda de mãos dadas com a qualidade de materiais. O leão que vem tomar as rédeas da marca oferece bancos com certificação AGR e cinco modos de massagem (como o Opel Insignia), ambiente tecnológico, materiais de elevada qualidade e uma característica que reforça o estilo e não deixa ninguém indiferente: portas sem aros nas janelas.

O novo Peugeot é mais leve que o antecessor, tem suspensão de amortecimento variável e pilotado e novos motores. Nesta área, o Grupo PSA continua a apostar nos Diesel, com destaque para o novo 1.5 BlueHDI que começa nos 130 cavalos de potência. A gasolina, a opção é o PureTech 1.6, com 180 e 225 cavalos. Está também prevista uma versão mais ecológica, com motorização a gasolina híbrida Plug In.

 

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8. Renault Talismã

O Talismã é um dos melhores automóveis que a Renault contempla na oferta actual, com predicados que sempre caracterizaram os modelos de topo da marca do losango. Espaço, conforto, qualidade dos materiais e uma dinâmica capaz de marcar ainda mais pontos com o sistema de quatro rodas direcionais 4Control, asseguram ao modelo francês um inequívoco lugar na lista de alternativas aos modelos premium.

O Renault Talismã oferece boa posição a quem vai ao volante, diversos modos de condução, completo conjunto de sistemas de segurança e o sistema multimédia Renault, o R-Link 2 com ecrã tátil e compatível com sistemas Apple e Android, oferta obrigatória neste segmento.

Em termos de motorizações, o Talismã tem porta de entrada no 1.5 DCi de 110 cavalos, mas é o 1.6 DCi de 130 cavalos (também disponível com 160 cv) que mais se destaca pelo equilíbrio entre performances e consumos reduzidos. A imagem consensual mas sem ser conservadora cativa quem gosta de fugir ao convencional, com os conjuntos ópticos, tanto frontais, como traseiros, a identificarem este modelo.

 

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9. Skoda Superb

É certo que, quando chegamos à casa checa, as atenções se viram para os Karoq e Kodiac, modelos apetecíveis num mercado que pede versões SUV de tudo e mais alguma coisa. Mas, para alguns, a tradição ainda é o que era e se o espaço interior for requisito… bem, o Superb é alternativa aos modelos premium.

É difícil arranjar automóvel onde passageiros com 1,80 m (e mais) cruzem as pernas com tanta facilidade nos lugares de trás… sem tocar nos bancos dianteiros. Espaço é o terceiro nome do Skoda Superb, automóvel que apresenta bons materiais e acabamentos, simplicidade e ambiente sereno. As soluções de carácter prático já são quase como que impressão digital da marca, sendo famoso o guarda-chuva com lugar específico na porta.

Continuando a odisseia no espaço, a bagageira da Superb Break tem 660 litros, conseguindo ultrapassar ligeiramente a elitista e referencial Mercedes-Benz Classe E. O navio-almirante checo está disponível com motores a gasolina 1.4 TSI de 150 cavalos – com caixa manual de seis e automática DSG de sete velocidades – e o 2.0 TSI, com 280 cavalos e tracção integral.

As motorizações a gasóleo são as 1.6 TDI de 120 cavalos e 2.0 TDI, de 150 e 190 cavalos de potência, sendo que também esta opção está disponível com tracção às quatro rodas e caixa DSG de sete relações.

 

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10. Volkswagen Arteon

Quando o assunto são modelos alternativos aos premium, o Volkswagen Passat é um dos eleitos. Se poderíamos selecionar o Passat?… Sim, mas não seria a mesma coisa! O Arteon situa-se acima do bem sucedido modelo alemão e distingue-se pela imagem mais ousada, com a secção dianteira a destacar-se pelas ópticas que parecem ligar-se directamente à grelha.

O perfil de coupé de quatro portas marca o estilo moderno do Arteon e o habitáculo convence pela imagem com alguma sobriedade mas com atmosfera tecnológica – sobretudo frente ao lugar do condutor – e pelos materiais de qualidade e montagem exigente.

O espaço abunda no Volkswagen Arteon, inclusive para os ocupantes dos lugares traseiros, ou na bagageira, com os 563 litros a alcançarem quase os 586 do Passat. Os motores TDI de 150, 190 e 240 cavalos de potência são as opções Diesel, com o gasolina TSI de 280 cavalos a figurar no topo da oferta, aqui com caixa DSG, tal como o Diesel mais potente.

 

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11. Volvo S60

O Volvo S60 é mais um dos excelentes produtos desde que a Geely tomou conta das finanças da marca sueca e, sem dúvida, uma das melhores alternativas a modelos premium. Os Volvo foram sempre apontados como excelentes alternativas aos grandes nomes alemães mas, muito provavelmente, os novos S60/V60 de 2018 não deveriam constar numa lista de alternativas a automóveis premium mas sim constar da própria lista premium.

De Gotemburgo chega-nos um produto repleto de qualidade, com materiais que privilegiam a vivência a bordo e com um grande “tablet” central que confere ao Volvo um ambiente hi-tech. O novo S60, com plataforma Scalable Product Architecture (SPA), é mais comprido e mais baixo, o que lhe confere imagem mais dinâmica. A distância entre eixos aumentou e o novo Volvo tem 2872 mm entre rodas, para um comprimento total de 4761 mm.

O S60 tem o mesmo ar moderno desde que a família foi renovada, com faróis full LED com design em T (famoso martelo de Thor) e as óticas traseiras com design em C, já conhecido do S90. A carrinha oferece uma bagageira referencial no segmento, com 529 litros de capacidade, e debaixo do capot alberga um Diesel 2.0, que pode ter 150 ou 190 cavalos.

Quanto ao carro, a Volvo anunciou que só está disponível com motores a gasolina, entre os quais T5 e T6 (com 253 e 320 cavalos) e os plug-in T6 e T8. Os sistemas de segurança são herdados do topo de gama S90.

 

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