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Die With Me: esta app só funciona quando tem menos de 5% de bateria

Sabia que existe uma aplicação que só funciona se a bateria do telemóvel estiver abaixo dos 5%? Conheça a app de chat Die With Me.

Die With Me: esta app só funciona quando tem menos de 5% de bateria
Uma ideia original

Normalmente, quando a bateria do telemóvel está na reserva, já quase a morrer, são poucas as aplicações que funcionam em pleno. Algumas já nem abrem ou não funcionam sequer. A Die With Me veio contrariar isso.

Esta aplicação, que alberga um chatroom, só funciona quando o telefone está com 5% ou menos de bateria. É mesmo isso: só lhe é permitido usar uma sala de chat nesta aplicação se a bateria estiver a morrer. É a verdadeira app terminal.

Die With me: a app de chat que não pode deixar de instalar

ALT die with me

A sala de chat da aplicação, que só é possível visitar com 5% ou menos de bateria, permite-lhe conversar com pessoas em situação semelhante. O objetivo é combater os sentimentos de ansiedade que surgem com esta situação.

Disponível tanto para Android como para iOS, por 99 cêntimos, a Die With Me apresenta um design semelhante a uma sala de chat dos anos 90. Cada utilizador, além do nome que o identifica, apresenta também a percentagem de bateria do equipamento. Se começar a carregar o telemóvel enquanto está na sala e a bateria ultrapassar os 5%, é expulso.

Os criadores da aplicação, Dries Depoorter e David Surprenant, quiseram criar um projeto artístico com esta ideia bastante original. Eventualmente, acabou por tornar-se numa plataforma social, em que as pessoas pedem muitas vezes ajuda para saber algum tipo de informação, visto que já não conseguem abrir outras funcionalidades, ou que fazem piadas e jogos com a situação. Inclusivamente, pedem carregadores uns aos outros.

Os criadores decidiram deixar o limite nos 5%, de forma a encontrar um equilíbrio entre um período de tempo útil para a utilização e o stress de estar a gastar o resto da bateria, o que é inevitável.

Uma app que joga com algo que pode induzir sentimentos de ansiedade e stress, transformando-os numa oportunidade de os amenizar e combater.

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Júlia Rocha Júlia Rocha

Licenciada em Ciências da Comunicação pela Universidade do Porto, sempre se deu bem com os livros, teclados de computador e canetas. A importância da palavra escrita num mundo tecnológico, aliada à história, ao cinema, literatura e televisão, são os seus maiores campos de interesse.