4 Mitos sobre automóveis em que não deve acreditar!

Desde a manutenção dos automóveis até ao preço do combustível, descubra quais são os mitos sobre automóveis que o estão a fazer gastar mais do que deve.

4 Mitos sobre automóveis em que não deve acreditar!
Descubra a verdade e gaste menos
  • O combustível mais caro não faz o seu carro ter mais potência

1. É preciso aquecer o motor antes de andar com o carro


“Circular com o motor a frio põe em risco a vida do mesmo”
A origem deste mito relaciona-se com o facto de algumas partes do automóvel demorarem mais tempo a aquecer e a funcionar a 100%. No entanto, quando o seu veículo está ao ralenti este já está a fazer um esforço e, a verdade é que desta maneira demora mais a aquecer do que se simplesmente circulasse com ele. Como é evidente, não pode levar as coisas ao limite e, o facto de poder circular logo com o carro não quer dizer que deva força-lo ao máximo a altas velocidades.


2. Se usar a gasolina mais cara o carro tem mais potência


“O combustível com aditivos previne a acumulação de sedimentos no depósito, permitindo que este funcione melhor e tenha mais potência”
Sim, é verdade que a sedimentação de alguns dos componentes do combustível podem prejudicar o seu carro, mas há mais de uma década que isto é controlado por lei durante a elaboração do mesmo. Por isso, não se iluda com os combustíveis aditivados. 


3. Deve fazer a mudança do óleo a cada 5000 kms


“Se quiser que o motor do seu carro dure o máximo possível, deve mudar o óleo e o filtro a cada 5000 quilómetros”. 
A origem deste mito encontra-se nos anos 70 quando a tecnologia do óleo ainda se encontrava em desenvolvimento. Se considerarmos a qualidade do óleo automóvel nessa altura, uma mudança a cada 5000 km era um bom conselho. No entanto, com a qualidade dos produtos hoje em dia, porque é que ainda mantemos estes valores? Talvez porque os fabricantes são beneficiados?


4. Os carros da polícia andam mais rápido


Isto só se aplica àqueles países onde a polícia pode comprar carros topo de gama e, como é evidente, aos filmes. Caso contrário, e sobretudo no caso de Portugal, isto não passa apenas de um mito.


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