Como resolver os problemas bancários?

Muitas famílias enfrentam o drama das dívidas, encontram-se estranguladas pelos vários créditos contraídos e a solução parece ser difícil de encontrar. Além disso, a situação agrava-se com a subida dos juros que coloca os sobre endividados numa situação ainda mais frágil. Como resolver os problemas bancários e evitar ser abalroado pela subida dos juros? Veja as nossas dicas!

Como resolver os problemas bancários?
Evite problemas bancários seguindo estas dicas.

As medidas de austeridade e a subida dos juros, especialmente no crédito habitação, fizeram com que muitas famílias deixassem de pagar as prestações da casa e de outros créditos pessoais.

No entanto, nem tudo é mau, a subida dos juros permite que as poupanças tenham maior rendibilidade, portanto, há que tirar partido disso e não passar o tempo a lamentar as prestações mais altas.

Veja alguns conselhos para resolver os seus problemas bancários:

  • Se sente dificuldade em pagar as suas prestações fale com o seu banco e considere a hipótese de alargar o prazo do empréstimo. Se por um lado os clientes actualmente não têm grande poder negocial, também por outro, os bancos não querem nada que o crédito malparado continue a subir, pelo que existe receptividade para encontrar soluções. Estas passam por alargar o prazo do empréstimo, o que faz com que a prestação baixe, ou então pode pedir a carência de capital, o que significa que durante um determinado período de tempo só paga os juros.
  • Não existem fórmulas mágicas para a actual conjuntura: ou reduzem-se as despesas ou aumentam-se os rendimentos. Há pessoas que conseguem ter um rendimento extra através de alguma actividade que antes faziam por mero hobbie, como por exemplo, a mecânica, jardinagem, entre outras e que agora revela-se mais uma fonte de rendimento. Para quem não tem essa possibilidade tem mesmo que avaliar onde pode reduzir a factura a determinadas despesas.
  • A subida dos juros pode ser aproveitada a seu favor, se tiver umas poupanças. Principalmente os depósitos a prazo e outras aplicações financeiras como os certificados de aforro têm assistido a uma subida da sua rendibilidade, devido à subida dos juros, que serve exactamente para incentivar à poupança e assim os bancos conseguirem enfrentar o problema da falta de liquidez existente na banca.

 

JUNTE TODOS OS SEUS CRÉDITOS NUM SÓ
Simplifique as suas contas, consulte agora os nossos especialistas em crédito consolidado. Ao juntar os seus créditos, fica com apenas uma mensalidade, paga sempre ao mesmo dia do mês.

A importância da poupança

Segundo os especialistas, os portugueses devem poupar mais, principalmente nos produtos de maior valor. No fundo, existem certos luxos que teremos de nos privar para termos a possibilidade de honrar os nossos compromissos.

 

Não faz sentido reduzir o consumo da água, da luz, cortar à factura da Tv por cabo, se depois compramos coisas fúteis como uma consola de jogos para o nosso filho ou um iPod. Toda a família deve estar consciente das dificuldades e agir de acordo com elas. Mesmo os mais pequeninos, deve-lhes ser incutido o princípio da poupança.

Ora veja mais dicas:

  • Não se iluda se por acaso estiver numa situação confortável. Se assim é, ainda bem, tem tempo e condições para se começar já a prevenir e evitar uma situação futura desagradável. Infelizmente, o ser vítima de desemprego ou de uma doença é algo que ninguém está imune. Os economistas aconselham a ter uma poupança para salvaguardar este tipo de imprevistos equivalente a 6 vezes o seu salário. Além disso, esse valor deverá estar aplicado em depósitos a prazo ou fundos de tesouraria, que são aplicações flexíveis uma vez que existe facilidade em movimentar estes montantes em caso de emergência.
  • Apesar de não ser prática comum em Portugal, existem economistas defensores da taxa fixa num crédito habitação. A questão é que com um crédito de taxa variável, os bancos livram-se do risco das taxas de juro e quem assume esse risco são os clientes. Obviamente que um crédito com taxa fixa é bem mais caro, porque o banco é que vai assumir todo o risco e o cliente vai pagar sempre a mesma prestação durante 30, 40 ou 50 anos, no entanto, muitos especialistas acreditam que a longo prazo, acaba por compensar contratar um crédito de taxa fixa, pois assim sabe sempre o que vai pagar, sem surpresas. Esta é uma situação confortável para quem privilegia a estabilidade e o facto de não estar sujeito à instabilidade dos juros.
  • Está completamente fora de questão fazer um novo crédito, seja qual for o montante, o prazo, até porque as condições praticadas actualmente não são nada vantajosas. Principalmente para a compra da casa, como os bancos têm dificuldade em se financiarem, é quase obrigatório o cliente ter um bom dinheiro de lado para dar como entrada para a compra da casa. Além disso, é muito caro contratar um crédito, tendo em conta os spreads praticados hoje em dia, que variam entre os 2% e os 5,95%, enquanto em 2008 praticavam-se spreads de 0,5%.
Poupe até 60%, reduza as suas mensalidades com o crédito consolidado, saiba como.

 

Veja também: