Os melhores países para morrer

O fim de vida pode ser muito penoso, mas há países onde há mais condições para o acompanhar do que noutros. Saiba quais são os melhores países para morrer.

Os melhores países para morrer
As condições dos países para acompanhar a morte variam muito
  • O investimento na saúde é um traço comum destes países.

Não é muito agradável falar de morte e há quem fuja do tema a sete pés, mas se pensarmos bem, nascer e morrer são as únicas certezas que temos na vida. Por outro lado, morrer é algo que inevitavelmente vai acontecer a todos nós, por isso, apesar de ser uma coisa triste, é algo absolutamente natural.
O caminho até à morte é que, por vezes, pode ser mais ou menos penoso. Como será o nosso período final de vida? Não saberemos responder, mas existirão, certamente, formas de contornar um fim mais triste e penoso. 

Com o envelhecimento gradual da população em todo o mundo, os países começaram a sentir necessidade de apostarem mais em serviços paliativos e em condições que garantam a fase final de vida da sua população. Quais serão, então, os melhores países para morrer? Este conceito significa que existem mesmo, de fato, países onde se morre com mais condições e dignidade do que noutros. Os dias que antecedem o fim podem ser muito diferentes de país para país.

Para responder a estas perguntas, a The Economist Intelligence Unit divulgou uma pesquisa que teve como génese a investigação sobre a qualidade dos tipos de serviços  praticados pelo mundo fora. O ranking dos melhores países para morrer dá pelo nome de “Quality of Death Index” ou, em português, Índice de Qualidade da Morte e diz-nos quais os 10 melhores países para morrer, numa avaliação que fez de cerca de 80 países.
 

Top 10 dos melhores países para morrer

1. Reino Unido    
2. Austrália    
3. Nova Zelândia    
4. Irlanda    
5. Bélgica    
6. Taiwan    
7. Alemanha    
8. Holanda    
9. Estados Unidos    
10. França

 

Quais os indicadores avaliados?

Para analisar de forma rigorosa quais os melhores países para morrer, a The Economist  Intelligence Unit definiu vários indicadores, sendo que o principal foi a qualidade dos cuidados paliativos em cada país, percebendo a importância que cada um deles dá à melhoria de qualidade de vida dos doentes e o investimento no alívio do seu sofrimento.

Outros indicadores poderão ser o investimento na prevenção de doenças e no acompanhamento de problemas emocionais ou psicológicos.

Curiosamente, depois de analisarmos o top 10 dos melhores países para morrer, onde o Reino Unido ocupa o primeiro lugar, rapidamente percebemos que os países que aparecem neste ranking têm uma coisa em comum: todos eles apostam fortemente na área da saúde, garantindo subsídios e possibilitando o acesso aos serviços de cuidados paliativos. 
 
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