Os 10 melhores países para ser jovem

Ser jovem é ótimo, mas há países onde ser jovem é ainda melhor. Saiba quais são os melhores países para ser jovem.

Os 10 melhores países para ser jovem
Há países onde é mais fácil ser-se jovem do que noutros
  • Investir nos jovens é investir no futuro do país

É jovem e adorava um país à sua medida? Há, de fato, países incríveis para os jovens viverem, por todos os motivos e mais algum. E isto não é mito. Um estudo agora divulgado pela organização francesa Youthnomics revela que existem mais de 50 critérios que podem fazer de um país um sítio verdadeiramente interessante para os jovens viverem. A Youthnomics tem vindo a desenvolver o seu trabalho em estudos e pesquisas sobre a juventude de um modo geral e nos mais variados campos do mundo.
 

Os 10 melhores países para ser jovem

1. Noruega
2. Suíça
3. Dinamarca
4. Suécia
5. Holanda
6. Austrália
7. Alemanha
8. Finlândia
9. Áustria
10. Canadá
11. Luxemburgo
12. Nova Zelândia
13. Estados Unidos da América
14. Irlanda
15. Israel
16. Reino Unido
17. Bélgica
18. Estónia
19. França
20. República Checa

 

E Portugal?

Neste ranking, Portugal surge na 30ª posição. Analisando o percurso do país nos últimos anos, a verdade é que a crise económica empurrou muitos dos jovens portugueses para a emigração. A ausência de emprego, de condições financeiras, de uma perspetiva viável de futuro, fez com que Portugal fosse perdendo, gradualmente, a possibilidade de ser um dos países que mais interesse pudesse ter para os seus jovens. Embora o cenário se esteja, atualmente, a alterar, há ainda um longo caminho a percorrer no que requer à criação de todas as criações necessárias para que os jovens possam sentir Portugal como um dos melhores países para ser jovem.

 

Quais os critérios que definem os melhores países para ser jovem?

A definição dos melhores países para ser jovem passa por critérios genuinamente diferentes, mas que contribuem em grande escala para fazer de um país um excelente local para os jovens viverem. Segundo o estudo da empresa francesa, os critérios avaliados passam pelas taxas de desemprego, os custos e qualidade de educação, as habitações acessíveis, as dívidas públicas ou ainda o acesso à tecnologia e liberdade política e religiosa”.

No cômputo geral, foram analisados cerca de 64 países, fruto de uma seleção prévia que só considerou os países que apresentaram todos os requisitos necessários. No fim das contas, o melhor país para ser jovem foi a Noruega.


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