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Os 10 piores empregos de 2014

Fique a saber quais as profissões que preenchem este top 10 dos piores empregos de 2014.  

Os 10 piores empregos de 2014
Antes de dizer que tem o pior emprego do mundo, o melhor é conferir a lista. Talvez mude de ideias no fim.

O veredito está lançado e já se conhecem os “laureados” com o título de piores empregos de 2014. A ironia serve apenas para aligeirar o tema, que pode afetar alguns dos leitores. Mas e quanto ao seu emprego, será que consta da lista? Curioso?! Então, só tem que conferir o Top 10.
 

O Top… dos piores

E antes que se ergam os dedos no ar e todos comecem a dizer que têm o pior dos empregos, talvez seja melhor perceberem os critérios por detrás desta listagem.
 
E se achava que este top se baseia em opiniões de profissionais de várias áreas, não podia estar mais enganado. Na verdade é já uma tradição do portal de emprego norte-americano CareerCast.com, que todos os anos – mais concretamente desde 1988 – elabora um ranking com as profissões mais procuradas nos Estados Unidos da América (EUA). O ranking é elaborado tendo por base uma série de métricas que incluem fatores como a remuneração dos profissionais, a perigosidade e o nível de stress a que são submetidos, ou a empregabilidade da profissão. Na realidade, este ranking inclui as 200 profissões mais procuradas nos EUA durante o ano de 2014. Se as profissões que ocupam os lugares cimeiros serão os melhores empregos do ano, os últimos serão os piores.
 
Explicados os preceitos por detrás do top, é a hora de anunciar os piores empregos de 2014.
 

1. Lenhador

Longas horas de trabalho, baixos salários, elevado risco de lesão e perigo a que se submetem os profissionais ou o decréscimo do número de postos de trabalho (devido à forte mecanização da profissão), são algumas das razões que colocam a profissão de lenhador (ou madeireiro, como também é chamado) no fundo da lista do CareerCast (ocupa a 200ª posição) e, consequentemente, no topo do ranking dos piores empregos de 2014.
 

2. Jornalista de imprensa escrita

A era digital tem vindo a afetar esta área (e vai continuar a fazê-lo). A tendência pende cada vez mais para o lado da comunicação digital e, inevitavelmente, a imprensa escrita perde terreno. Nos últimos anos, nos EUA, houve uma queda de cerca de 13% nos postos de trabalho nesta área. Os jornalistas de imprensa escrita não só estão sujeitos a uma forte pressão e concorrência, salários baixos (e estagnados) e horários de trabalho completamente imprevisíveis. Razões para elevados níveis de stress não faltam. Mas ainda há quem resista às adversidades e continue a defender a profissão.
 
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3. Militares

Foi considerada a profissão mais stressante de 2014. Claro que aqui temos que ter em conta a realidade destes profissionais nos EUA, que frequentemente se veem colocados em alguns dos locais mais perigosos do planeta. Isto sem falar nos salários, que dependendo da experiência podem ser consideravelmente baixos (cerca de 18 mil dólares anuais – aproximadamente 16 mil euros – para militares com patentes mais baixas).
 

4. Taxista

Independentemente do país, a realidade parece não mudar muito para os taxistas. Considerada uma das profissões mais stressantes, com as condições de trabalho mais perigosas ou uma média salarial baixa, estas são apenas algumas das razões que colocam a profissão de taxista no ranking dos piores empregos de 2014. Mas há mais. Agora ainda têm que enfrentar uma forte concorrência de serviços como o Uber ou Lyft, serviços de transporte solicitados através de aplicações móveis e com menos regulamentação que o serviço de táxis, possibilitando a qualquer um tornar-se motorista nos tempos livres e a preços muito competitivos.
 

5. Jornalista de rádio e televisão

E cá está novamente. De forma muito resumida, pouca oferta de trabalho e muita concorrência justificam a posição. Se a competição para ter um lugar já é forte, lamentamos informar que a tendência é para piorar. Prevê-se uma diminuição das ofertas de emprego na ordem dos 2% por ano. E para quem possa ter a sorte de conseguir uma vaga, o melhor é contar com longas (ou melhor intermináveis) horas de trabalho e prazos para completar trabalhos constantes (e apertados). Saber gerir o stress é o essencial.
 

6. Chef de cozinha

Esta vai surpreendê-lo certamente. Pode ser considerada uma das profissões da moda, mas nem tudo é assim tão glamouroso quanto possa parecer. O elevado nível de stress, o risco de lesões, o horário de trabalho ou as questões de saúde são algumas das razões, apontadas pelo relatório do CareerCast, para a profissão constar desta listagem. E se é óbvio que existem oportunidades lucrativas, também é certo que essas não estão disponíveis para todos os que querem ser chefs de cozinha.
 

7. Assistente (Comissário) de Bordo

Pode ser uma das melhores profissões para quem gosta de viajar e até oferecer algumas regalias, mas segundo o CareerCast, nem tudo é um "mar de rosas". As longas horas de trabalho, a pressão e stress a que estão sujeitos estes profissionais ou as escalas de trabalho imprevisíveis, colocam esta profissão no top dos piores empregos de 2014.
 

8. Cantoneiro de limpeza (Lixeiro)

Pode não acreditar, mas apesar de estar nesta listagem, mas nem tudo é mau, na profissão de cantoneiro de limpeza (ou lixeiro, como é normalmente chamada). Sim, passam a vida rodeados de lixo. Sim, há trabalhos com melhores salários. Sim, a profissão tem riscos. E sim, os números do desemprego desta profissão foram muito instáveis entre 2013 e 2014, nos EUA. Ainda assim, estes profissionais revelaram estar muito satisfeitos com os seus trabalhos, já que além de salários razoáveis, ainda usufruem de alguns benefícios adicionais como cuidados de saúde, por exemplo.
 

9. Bombeiro

Basta olhar para as notícias relativas aos nossos bombeiros para perceber a inclusão da profissão no top dos piores empregos de 2014. E nos EUA a realidade parece estar muito próxima. O facto de se sujeitarem diariamente a situações perigosas e elevados níveis de stress, justifica a posição.
 

10. Guarda prisional

E por fim, chegamos à 10ª posição deste rol dos piores empregos de 2014 e o lugar cabe aos Guardas prisionais. A razão: o perigo. Poucas profissões enfrentam um risco tão elevado quanto esta. E a isto junta-se o stress a que se submetem os profissionais, bem como o fraco crescimento em termos de empregabilidade ou os salários (médios) longe de serem atrativos.
 

Mau para uns, para outros nem tanto!

Independentemente do seu emprego constar ou não da lista, a verdade é que todos terão algum “queixume” a dar. Faz parte! Todos os trabalhos têm aspetos positivos e negativos; são ótimos para uns e péssimos para outros. Essa é a realidade e não vai mudar.
 
Ainda assim, se não está satisfeito, pode sempre mudar de emprego! E se não sabe que rumo dar à sua carreira pode sempre consultar as tendências para este ano.
 
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