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Trocar as mudanças do carro sem respeitar a sequência: sim ou não?

Descubra se deve ou não trocar as mudanças do carro sem respeitar a sequência e porque esta é uma questão relevante para a condução e manutenção do veículo.

Trocar as mudanças do carro sem respeitar a sequência: sim ou não?
Saiba qual a melhor opção para um condução eficiente

O bom desempenho de um carro, a economia de combustível e a vida útil de todo o sistema automóvel estão diretamente ligados à forma como o condutor conduz e à manutenção que faz ao veículos. Alguns condutores têm o hábito de trocar as mudanças do carro sem respeitar a sequência, passando da segunda para a quarta mudança de velocidade, ou até da terceira para a quinta mudança. Mas será que este procedimento pode trazer problemas ao veículo? Descubra a seguir o que deve e não deve fazer.

Trocar as mudanças do carro sem respeitar a sequência

O hábito de trocar as mudanças do carro sem respeitar a sequência pode trazer alguns dissabores no imediato, como provocar alguns “solavancos” durante a condução e aumentar o consumo do combustível. Logo, os custos mensais com o veículo aumentam. Mas, além disso, pode ainda comprometer o desempenho do automóvel levando ao desgaste de alguns componentes.

No entanto, este não é o único problema de trocar as mudanças do carro sem respeitar a sequência. Muitos condutores ignoram a ordem das mudanças e passam da terceira velocidade para a quinta, ou mesmo da segunda para a quarta mudança. Existem ainda outros condutores que levam ao limite cada uma das mudanças, chegando mesmo a usar a quinta mudança da caixa de velocidades para circular a uma velocidade mínima de 50 km, o que coloca o automóvel em esforço.

caixa de velocidades

Para que obtenha o melhor rendimento do seu carro, deve respeitar a sequência das mudanças, tal como está indicado no manípulo. Uma outra ajuda é o manual do veículo que indica em que velocidade e rotação do motor (RPM) cada mudança deve ser trocada.

É importante também que tenha em atenção que cada mudança tem uma velocidade específica. Por exemplo, a primeira mudança é aquela que tem uma velocidade mais limitada. Esta mudança serve para dar arranque ao carro e atingir uma velocidade abaixo dos 30 km/h. Caso ultrapasse esta velocidade é necessário passar para a segunda velocidade.

Para evitar problemas com o seu automóvel no futuro sugerimos que arranque com o carro sempre na primeira velocidade – e não em segunda como muitos condutores fazem – e depois de atingir 25km/h pode passar para a segunda. A partir dos 30km/h, coloque a terceira e por aí em diante até à quinta ou sexta mudança. Na altura de reduzir, o procedimento deve ser o mesmo, começando da mudança superior até chegar à primeira.

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