Tróia-Natura promove campanha de proteção de golfinhos

A campanha “Proteger os Golfinhos”, promovida pela Tróia-Natura S.A., tem como objetivo principal conservar a espécie no estuário do Sado.

Tróia-Natura promove campanha de proteção de golfinhos
Quarto ano consecutivo a alertar as populações

A singularidade da população de golfinhos no estuário do Sado é o destaque desta campanha que se realiza já pelo quarto ano consecutivo e que alerta para a importância de todos adotarem comportamentos que contribuam para a sua conservação.

“Proteger os Golfinhos”: campanha pretende alterar comportamentos

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A Tróia-Natura S.A., sociedade detida pela Sonae Capital, volta a lançar a campanha de sensibilização sobre a população de Golfinhos-Roazes do Sado, denominada “Proteger os Golfinhos”, em parceria com o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF).

A campanha, a decorrer até ao dia 3 de setembro, é já a quarta edição e integra um programa de abordagem às embarcações de recreio com o objetivo primordial de alertar para o código de conduta a seguir no caso de avistamento de Roazes.

O programa consiste na abordagem dos skippers que navegam na área de ocorrência mais frequente dos Roazes, procurando sensibilizá-los para os cuidados de navegação acrescidos, em função da existência desta comunidade de golfinhos, e na entrega de informação disponível sobre o tema.

Além da beleza natural evidente do estuário do Sado, este local é também o habitat de uma vasta fauna, abrigando as mais diversas espécies, sendo uma delas o Golfinho-Roaz. Este animal ágil e sociável constitui também uma atração turística que leva os turistas e residentes a observar o estuário com esperanças de ver uma acrobacia ou um simples batimento caudal dos golfinhos.

A população de Roazes do Sado é a única população residente num estuário em Portugal e é considerada uma das mais pequenas do mundo. Atualmente, esta comunidade é constituída por apenas 28 animais, o que justifica a campanha de proteção que está a decorrer.

A campanha “Proteger os Golfinhos” repete-se não só pela necessidade que a situação exige, mas também porque nos anos anteriores obteve resultados muito positivos, atingindo as cerca de 650 embarcações e 5.300 de pessoas sensibilizadas.

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