Empresa de Penamacor investe 2,5 ME e cria novos empregos

A Ibersaco produz sacos de ráfia e polipropileno, e quer ampliar a fábrica. O processo de modernização também inclui um aumento salarial para a maior parte dos funcionários.

Empresa de Penamacor investe 2,5 ME e cria novos empregos
Crescer, contratar e esticar os salários são as metas desta marca portuguesa

A Ibersaco, uma empresa de Penamacor que produz sacos de ráfia e polipropileno, está a investir cerca de 2,5 milhões de euros na ampliação e modernização da fábrica e vai também aumentar os ordenados à maioria dos funcionários.

"A obra do novo pavilhão já está praticamente concluída e vamos agora colocar as máquinas e, o mais tardar em abril, já devemos estar a trabalhar naquele espaço", disse à agência Lusa Armindo Borges, o proprietário da empresa.

O empresário explicou que o investimento previsto engloba a aquisição de novas máquinas, entre as quais uma impressora que permitirá melhorar a resposta da empresa no que concerne às mais recentes necessidades do mercado, designadamente à impressão dos sacos das grandes superfícies comerciais.


Novos empregos

Com esta ampliação, a empresa também irá contratar mais sete a oito funcionários, número que irá juntar­se aos atuais 40 funcionários e que deverá ir aumentado gradualmente. "Continuaremos a dar preferência às pessoas do concelho", acrescentou Armindo Borges, que também é natural deste concelho do distrito de Castelo Branco.

De acordo com Armindo Borges, atualmente a Ibersaco só tem dois funcionários a receber menos de mil euros e em 2017 também voltou a aumentar os ordenados à maioria dos trabalhadores, o que já tem feito ao longo dos últimos anos. Em valores brutos, os aumentos variam entre o mínimo de 50 euros e o máximo de 125, sendo que apenas cinco trabalhadores não terão ainda um crescimento no salário, visto que entraram há pouco tempo para a empresa.

"São aumentos justos e que têm em conta o mérito de cada um. A maioria tem aumentos entre 30 e os 36 por cento e temos alguns que, por enquanto, ficaram entre os três e os nove por cento. Mas, acreditamos que, no futuro, também esses possam vir a receber mais", refere Armindo Borges.

Por outro lado, o empresário lamenta a enorme carga fiscal que é aplicada à remuneração dos trabalhadores e que acaba por quase fazer desaparecer os aumentos.

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