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Finalmente combustível "low cost"

Tendo em vista a dinamização do mercado, o Governo vai alterar a Lei dos Combustíveis

Finalmente combustível

O secretário de Estado da Energia e Inovação, Carlos Zorrinho, anunciou que o Governo vai alterar a Lei dos Combustíveis, já que este tem sido bastante pressionado pelos deputados a levar as gasolineiras a venderem os combustíveis mais baratos.

 

O socialista Jorge Seguro Sanches foi o mais interventivo na Comissão Parlamentar de Economia, na qual o deputado classifica claramente os 3 tipos de preços dos combutíveis praticados em Portugal.
Para ele, existe a cara e a muito cara, apenas vendidas nas gasolineiras associadas às marcas. Já as grandes superfícies comercializam a mais barata.

 

Existem situações em que a diferença é muito significativa, podendo chegar aos 0,20€ por litro, o que num depósito cheio pode significar uma diferença de 13€.

 

Desde a altura em que a Galp lançou o seu posto low cost que o Governo tem sido pressionado a obrigar outras empresas a fazerem o mesmo.

 

A Associação Nacional de Revendedores de Combustíveis (Anarec), aguarda expectante o feedback das empresas, estando bastante receptiva a esta medida. Além disso, demonstrou toda a disponibilidade para contribuir no que for necessário para a comercialização de produtos low cost.


A mesma acredita que se todas as empresas venderem um produto mais barato, tal trará maior competititvidade ao mercado, além dos consumidores aplaudirem se esta medida avançar pois com a crise instalada, abastecer o carro com combustível mais barato é uma grande ajuda para o orçamento de muitas famílias.

 

O Governo pretende, portanto, introduzir algumas regras base para tornar o sector mais transparente, promovendo a "dinamização do mercado, a sua diversificação e a informação aos consumidores". No fundo o objectivo é incentivar um maior número de ofertas, de forma a gerar maior concorrência.

 

Agora é uma questão de aguardar, pois o Governo já convidou partidos, associações e produtores a enviar sugestões ao Ministério da Economia, para aumentar a transparência e a confiança.