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Spreads intocáveis. E os seguros e comissões?

Já que as instituições bancárias não podem aumentar os spreads dos contratos mais antigos, só podem aumentar os créditos através das comissões e dos seguros. O aumento de custos actual, que o spread praticado em alguns contratos mais antigos não cobre, esse aumento é compensado com o aumento noutras margens, como as comissões e seguros.

Spreads intocáveis. E os seguros e comissões?

Os bancos lidam actualmente com um problema que é o facto de não poderem alterar os spreads  de créditos antigos, spread esse que não cobre o aumento de custos actual. As instituições financeiras têm que compensar essa perda de alguma forma. Qual a solução? Aumentar as margens com o aumento das comissões e dos seguros.

Em Abril registou-se um aumento na TAEG - Taxa Anual Efectiva Global - a taxa que inclui todos os encargos na compra de casa, que passou de 4,2% para 4,64%. Esta foi a maior subida de sempre e reflecte o aumento do spread, do indexante e os aumentos de comissões e seguros.

Apesar de o crédito habitação ter sido o mais afectado com a subida dos juros, curiosamente o crédito malparado manteve-se estável. Já no crédito ao consumo, o malparado já vai em máximos históricos com 8,61%.

No total do crédito concedido, o crédito malparado nos particulares chegou aos 3%, já nas empresas, esse valor já soma e segue nos 4,78%.

Por outro lado, assistimos a um aumento na remuneração dos depósitos a prazo, já que a taxa subiu sempre nos últimos 12 meses, tendo chegado em Abril aos 3,33%. Aparentemente, esta subida está a dar os seus frutos, já que  o montante de novos depósitos cresce acima dos nove mil milhões de euros por mês, algo a que já não assistíamos desde Julho de 2009.