6 dicas para escolher uma universidade no estrangeiro

Quer estudar fora, mas anda não sabe como escolher uma universidade no estrangeiro? Vamos acabar com as dúvidas neste artigo.

6 dicas para escolher uma universidade no estrangeiro
Dicas para acertar na opção

Quando a ideia é estudar fora do país, o primeiro passo a dar para atingir o sucesso académico e profissional é planear – e isso passa por começar a poupar, por exemplo. O segundo passo, tão importante quanto o planeamento financeiro, é decidir onde quer ingressar, para, de seguida, entrar em ação. As opções de instituições são mais do que muitas e o processo de seleção pode ser complexo, por isso, não espere que seja um percurso simples e fácil. Se ainda tem dúvidas sobre como escolher a universidade no estrangeiro, tome nota das nossas 6 dicas importantes e mãos à obra.

A escolha da universidade

Na altura de optar pelo curso e universidade, ninguém quer fazer uma opção errada. No entanto, é preciso perceber que, tal como em todas as áreas das nossas vidas, é fundamental analisar bem todos os dados que vai reunir e lembrar: não há decisões absolutamente certas ou erradas ao escolher uma universidade.

Há sempre o risco do certo ou do arrependimento e nada está 100% garantido. Isto não é grave e faz parte do processo de escolha, com todas as questões subjetivas que lhe são inerentes.

Ainda que assim seja, não podemos ficar sentados à espera de um “sinal’ para tomar a decisão. O segredo é envolver-se nos processos que levam à escolha e reunir todas as informações possíveis sobre o assunto. Quanto mais conhecimentos somar sobre o assunto, mais ferramentas vai obter para aumentar as probabilidades de fazer a melhor opção académica. Se o seu objetivo para agora é tomar uma decisão que respeite as suas expetativas, tome nota dos nossos conselhos.

6 dicas simples para escolher uma universidade no estrangeiro

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1. Pesquise universidades

Comece por pesquisar instituições de ensino que atuem na sua área de interesse. Provavelmente, há muitas universidades que não conhece e que oferecem bons cursos e boas opções académicas. Faça uma pesquisa na internet e utilize, por exemplo, o site oficial do governo do país para o qual pretende viajar para estudar.

Outra dica é conhecer o portal College Board, que é um site muito eficaz para quem está a pesquisar universidades no estrangeiro.

Lembre-se: Se ainda tem dúvidas sobre qual curso quer seguir, opte por estudar numa universidade que seja boa nas áreas do seu interesse. Por exemplo, não sabe se que fazer direito, jornalismo ou história? Escolha uma instituição que ofereça bons programas nestas áreas.

2. Conheça os seus objetivos e expetativas

Antes de mais, é fundamental conhecer a fundo as suas próprias vontades e desejos. Afinal, vai precisar de saber o que espera de uma universidade para optar entre as suas duas favoritas, por exemplo.

Pergunte-se sobre os seus talentos, analise os seus sonhos e determine quais são as suas ambições para o futuro. Que tal apontar num diário as suas dúvidas e ideias? Esta é uma forma palpável de fazer uma autoanálise. Sempre que achar necessário, consulte os apontamentos e verifique quais são os seus objetivos e expetativas mais imediatos.

3. Analise os rankings internacionais

Ao chegar a este terceiro ponto, tendo já cumprido os dois passos anteriores, é provável que já tenha uma lista de universidades e algumas ideias bem fundamentadas sobre aquilo que quer para o seu percurso académico e futuro profissional. Para criar uma espécie de filtro e reduzir as opções, concentrando-se nas escolhas mais prováveis, a nossa dica é fazer uma análise dos rankings internacionais. Estes são excelentes guias para ajudar na sua pesquisa.

Não se prenda ao top e lembre-se que as melhores universidades do mundo são, também, muito competitivas quando o assunto é a aceitação dos alunos. Nas listas, olhe sempre para além das primeiras 25 instituições e não fique a pensar que não são tão boas quanto as primeiras. Há ótimas universidades que não são tão conhecidas, mas valem a pena.

Verifique ainda qual é a metodologia utilizada para a elaboração do ranking. Algumas listas avaliam dados específicos e que podem não ter interesse para a sua escolha, como, por exemplo, a reputação internacional da universidade ou o volume de pesquisas na internet. Confie a sua pesquisa a listas confiáveis.

4. Certifique-se sobre as ofertas do curso

No quarto passo, é altura de restringir ainda mais as escolhas. Como? Avaliando especificamente as informações sobre o curso escolhido. Analise se tem uma abordagem mais académica ou mais profissional, verifique se terá a oportunidade de realizar estágios ou desenvolver pesquisas, e estude os programas e disciplinas que vai estudar.

Pesquise sobre a reputação dos professores e conheça quais são os aspetos que marcam a diferença em cada universidade/curso. Procure ainda conversar com alunos ou ex-alunos das instituições. A internet é uma excelente ferramenta para conhecer essas pessoas.

5. Tenha em conta os custos e verifique as oportunidades de bolsas

Lembre-se que os custos com um curso no estrangeiro podem ser elevados e este deve ser um dos critérios a analisar cuidadosamente na altura de escolher. Na hora de decidir, considere a questão financeira com cuidado, certifique-se das suas possibilidades e verifique se vai precisar de ajuda financeira para concluir o curso.

Verifique ainda – e pode pedir a ajuda de um tutor ou professor – se há a possibilidade de solicitar uma bolsa de estudos, seja na instituição escolhida, seja através do Governo.

6. Pondere a localização e o tamanho da universidade

Pode não ter pensado no assunto, mas a verdade é que o sítio de localização da universidade e o tamanho da instituição vão influenciar na sua experiência no estrangeiro.  Se é uma pessoa mais tímida, por exemplo, pode ter dificuldades em integrar-se numa turma com outros 100 alunos. Por outro lado, o contrário também pode acontecer. Este é um dos pontos que deve ter tomado nota, tal como aconselhamos na dica número 2.

Pergunte-se: “Onde me irei sentir mais à vontade? Vou gostar de ter uma orientação mais personalizada, ou valorizo mais a convivência com estudantes de todo o mundo? Qual é o ambiente que acredito ser melhor para a minha formação?”.

Por fim, não deixe que o nome e a reputação de determinada universidade fale mais alto do que a sua própria voz. Faça uma escolha baseada naquilo que, de facto, é importante para si.

Depois de colocar em práticas as nossas 6 dicas sobre como escolher a universidade no estrangeiro, vai perceber que a decisão, afinal, não é tão complicada quanto parece.

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