9 tipos de fobias mais comuns

Tem pavor de aranhas? De espaços fechados ou de locais públicos? Conheça aqui os tipos de fobias mais comuns e saiba como enfrentá-las.

9 tipos de fobias mais comuns
Enfrentar o agente do transtorno pode ser a solução

Há inúmeros tipos de fobias. Há quem fique aterrorizado ao ver sangue, e há quem desmaie ao encontrar um inseto. A verdade é que afetam profundamente a vida social, profissional e familiar das pessoas que delas sofrem.

Ataques de pânico, de desespero e desmaios são alguns dos sintomas que estes tipos de fobias provocam. Podem ter origem em traumas de infância ou num qualquer episódio que deixou marcas na personalidade. Para acabar com este transtorno de ansiedade, os psicólogos são claros: é preciso enfrentar o agente causador.

Os 9 tipos de fobias mais comuns

1. Medo de espaços fechados

Esta é uma fobia bastante comum e talvez seja um dos tipos de fobias mais conhecidos – a claustrofobia. O distúrbio atinge aquelas pessoas que não suportam estar em lugares fechados, nomeadamente em elevadores.  Além do desconforto pode provocar um ataque de pânico.

2. Medo de pessoas

A antropofobia leva a que as pessoas afetadas por este tipo de fobia se sintam excessivamente preocupadas com a opinião alheia e com o julgamento dos outros a seu respeito.

Por norma, quem sofre deste tipo de transtorno é caracterizado como alguém perfeccionista, determinado e tímido.  Abandonar um curso, faltar a um exame importante, ou deixar passar uma entrevista de emprego são sintomas desta fobia.

3. Medo de alturas

A acrofobia define o sentimento irracional e exagerado que atinge as pessoas que sofrem com o pavor das alturas. Estima-se que até 5% da população mundial sofra com o problema, que atinge mais as mulheres.

4. Medo de locais públicos

Quem tem medo de sair de casa e está sempre apreensivo quando o assunto é enfrentar espaços públicos pode sofrer de agorafobia. O distúrbio provoca o receio de multidões e a pessoa afetada sente medo de perder o controlo quando está sozinha nesses locais.

5. Medo de cães

Cinofobia é o medo irracional que algumas pessoas sentem de cães, sendo caracterizada pela total aversão ao animal. Quem vive com o problema não pode estar perto destes animais e chegam mesmo a atravessar a rua para não se cruzarem com um deles.

6. Medo de insetos

Insetofobia é o receio excessivo em relação a qualquer inseto. Quem sente o problema na pele tem por hábito exagerar a realidade, dando ao ser minúsculo um tamanho e um poder muito maiores do que os que efetivamente têm.

7. Medo de aranhas

Sabia que a aracnofobia é o medo irracional de aranhas? E que este sentimento é sinal da nossa seleção evolutiva? Cientistas ingleses realizaram um estudo que comprovou que esse receio é muito mais comum do que imaginamos. Os cientistas chegaram à conclusão que o medo de aranhas pode ser explicado como sendo uma evolução natural dos humanos, uma vez que o animal é associado a incontáveis doenças e infeções. Uma picada de aranha, por exemplo, pode ser fatal.

8. Medo de palhaços

Um grande número de pessoas apresenta esse distúrbio de ansiedade – que muitas vezes tem origem na infância. É, sobretudo, reincidente em indivíduos de meia idade.

9. Medo do dentista

Quem sofre de odontofobia receia qualquer visita ao dentista. Frequentemente, a origem do problema está em eventos traumáticos. No entanto, um estudo revelou que a memória do paciente pode estar a pregar partidas, exagerando no grau da dor que sente.

As fobias têm cura?

Para os especialistas as fobias não têm cura pois é raro conseguir identificar-se o traumas que esteve na sua origem.

Os médicos acreditam que é preciso entender que uma fobia não pode ser vista como o fim da vida ou como um problema sem solução. Ela não pode limitar a forma como o indivíduo interage com o mundo a sua volta.

Para os cerca de 20% da população mundial que sofrem com algum tipo de fobia, o conselho é apenas um: enfrentar o problema. Aprender a controlar os próprios impulsos é a chave para lidar com a doença. .

Alguns especialistas desaconselham vivamente o uso de qualquer medicamento para reduzir os efeitos da ansiedade, salvo em situações de emergência. Medicar não é o segredo para a cura, mas  apenas uma forma de evitar assumir o problema e enfrentar a dor que leva à superação.

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