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Obesidade: causas e consequências

A obesidade é um dos problemas de saúde que mais afeta a população mundial. Revelam-se urgentes novos hábitos alimentares e novas rotinas.

Obesidade: causas e consequências
Um dos maiores problemas do século XXI

obesidade é definida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como uma acumulação anormal ou excessiva de gordura corporal que possa atingir graus capazes de afetar a saúde. 


Os tipos de obesidade


Existem dois tipos de obesidade: a visceral, que se caracteriza pelo corpo em forma de maçã e que consiste na acumulação de gordura abdominal; e a subcutânea, esta última apresentada sob a forma de pêra no nosso corpo e definida pela acumulação de gordura nas ancas, nádegas e coxas.

Os dois tipos de obesidade são bastante perigosos, mas é necessário ter especial atenção à obesidade visceral, uma vez que consiste numa acumulação de gordura que está junto ao coração e, por isso, representa um maior risco de doenças cardíacas.

Para se perceber se uma pessoa tem ou não obesidade, normalmente é calculado o índice de massa corporal (IMC). Através deste cálculo, é obtido um número que varia dos 17 até acima de 40 e cujo siginificado é o seguinte:

  • 18,5 até 24,9 = peso normal 
  • 25 a 29,9 = peso acima do indicado
  • 30 a 39,9 = obesidade
  • acima de 40 = obesidade mórbida

A obesidade mórbida acontece quando, além de ser notório o peso muito acima do normal e indicado, existe um grande risco do desenvolvimento de doenças colaterais, que podem colocar em risco a própria vida.

 

As principais causas da obesidade

É importante ressalvar que a maior parte dos hábitos alimentares se aprendem na infância e, por isso, é muito importante incutir, desde cedo, bons princípios alimentares. A obesidade e o excesso de peso são fruto da interação de vários fatores, genéticos e ambientais. Apenas num reduzido número de casos se deve a outras causas, como doenças endócrinas, síndromas genéticos, tumores, entre outros.

O nosso dia a dia, sem grande tempo disponível, leva a que muitas vezes façamos as refeições em bares e cafetarias, o que não é um bom hábito e leva ao aumento da probabilidade de aumento de peso. A cessação de tabagismo é também outro dos fatores que pode contribuir para o aumento da obesidade. Isto acontece porque enquanto uma pessoa fuma, o seu metabolismo basal é mais elevado; assim que deixa de fumar, além do metabolismo baixar, a falta do "hábito" de pegar num cigarro e fumá-lo, leva muitas vezes a que acabe por comer mais. 

Também o consumo de álcool está associado ao ganho de peso pois aporta muitas calorias “vazias” (sem nenhum valor nutritivo), que são imediatamente absorvidas pelo organismo.

 

Quais são as consequências da obesidade?

A adicionar a todos os fatores negativos associados à obesidade, ela é um "detonador" de uma outra série de doenças. Uma pessoa obesa tem maior propensão a desenvolver problemas como hipertensão, doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2, artrose, pedra na vesícula, artrite, cansaço, refluxo esofágico, tumores de intestino e de vesícula.

 

Formas de tratamento da obesidade

Antes de iniciar qualquer tratamento, é necessário fazer um diagnóstico paciente a paciente e perceber os fatores de risco de cada um e a gravidade do seu estado de saúde. A título de exemplo, quando uma pessoa obesa sofre de apneia do sono, diabetes tipo 2 ou arteriosclerose, ela necessita de tratamento urgente e imediato, uma vez que tem a sua vida em risco. 

É possível fazer um controlo da mesma e apostar na prevenção. Uma pessoa obesa até pode emagrecer, mas se não mudar a sua dieta diária e os seus hábitos diários, vai voltar a ser obesa, e por vezes ainda em maior grau do que era anteriormente. 

Existem depois tratamentos mais drásticos, que passam por intervenções cirurgicas destinadas a diminuir o tamanho do estômago do paciente.

 

Obesidade infantil

A obesidade infantil é um problema cada vez mais recorrente na nossa sociedade. Os números são assustadores: em todo o mundo, 155 milhões de crianças em idade escolar têm excesso de peso ou são obesas.

Em Portugal, uma em cada três crianças sofrem deste problema de saúde….De acordo com um estudo da Associação Portuguesa Contra a Obesidade Infantil, numa amostra de 18.374 crianças, 33,3% das crianças entre os 2 e os 12 anos tinham excesso de peso, das quais 16,8% eram obesas.

E a obesidade infantil nunca é um problema isolado...ela está associada ao desenvolvimento de outras doenças graves. Uma criança obesa está em risco de vir a sofrer de sérios problemas de saúde durante a sua adolescência e na idade adulta. Tem uma maior probabilidade de desenvolver doenças cardiovasculares, hipertensão, diabetes, asma, doenças do fígado, apneia do sono e vários tipos de cancro. É muito assustador, mas de acordo com a Organização Mundial de Saúde, a obesidade é a segunda principal causa de morte no mundo que se pode prevenir, logo a seguir ao tabaco.

Leve o seu filho a um nutricionista para traçar um plano alimentar saudável, promova atividades que exijam esforço físico e estimule-o para ganhar novos hábitos saudáveis!


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