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Subsídio de Natal pode manter-se em duodécimos no próximo ano

O Governo ainda não decidiu se o subsídio de natal de 2017 será atribuído por inteiro ou através de duodécimos. 

Subsídio de Natal pode manter-se em duodécimos no próximo ano
Tema tem dividido opiniões

Afinal, a decisão continua em cima da mesa: em duodécimos ou por inteiro? O Governo continua a equacionar a possibilidade de manter o subsídio de Natal em duodécimos ou se retoma o pagamento por inteiro já a partir do próximo ano. A questão só deverá ficar esclarecida na proposta do Orçamento do Estado para 2017, sendo que entre trabalhadores do Estado e pensionistas as opiniões encontram-se divididas.

“O pagamento do subsídio de Natal em 2017, por inteiro ou por duodécimos, (...) ainda [está] em fase de preparação”, segundo fonte oficial do Ministério das Finanças.


Duodécimos: a caminho do 5º ano?

Confirmando-se a manutenção do pagamento em duodécimos, o próximo ano será o quinto consecutivo em que o subsídio de Natal chega à conta da maioria dos funcionários públicos e pensionistas em prestações mensais.

Os representantes dos trabalhadores e dos reformados continuam a aguardar a proposta do Governo mas as reações parecem divididas. Para Ana Avoila, coordenadora da Frente Comum (afeta à CGTP), os subsídios devem ser pagos por inteiro. Já Helena Rodrigues, presidente do Sindicato dos Quadros Técnicos do Estado (STE), não rejeita que seja criado um modelo opcional à semelhança do que aconteceu no setor privado.

José Abraão, secretário-geral do Sintap, refere também que o pagamento deve ser feito por inteiro mas admite a negociação de um regime opcional. Maria do Rosário Gama, da Associação Apre!, assume que esta é uma questão que está longe de criar consenso. “Fizemos um inquérito e concluímos que metade prefere receber o subsídio assim, em duodécimos, e que a outra metade gostaria de receber o dinheiro de uma vez só, para o poder gerir à sua vontade”.

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