6 erros a evitar na escolha de uma carreira

A escolha de uma carreira é um passo decisivo para a sua vida profissional. Fazer a escolha acertada é imperativo. Veja como não errar!

6 erros a evitar na escolha de uma carreira
As regras para escolher a carreira certa

“Não se escolhe uma profissão, se renuncia a muitas outras”. A frase é de Fernando Sabino (escritor e jornalista brasileiro – daí o “sotaque” na escrita) e descreve na perfeição aquilo que é a escolha de uma carreira.

De facto, todos os profissionais passam por este dilema. Seja porque estão prestes a ingressar na universidade ou no mercado de trabalho ou porque a determinada altura da vida optam por mudar o rumo das suas carreiras. Sim, há quem opte por mudar de carreira, mas o ideal será que faça uma escolha acertada para que se sinta realizado em termos profissionais.

A verdade é que escolher uma carreira é determinante para o seu futuro e vida profissional e, como tal, para que seja bem-sucedido nada melhor do que tomar uma decisão ponderada e sem erros. Mas falar é sempre mais fácil que fazer. As pressões à sua volta são muitas e variadas e nem sempre facilitam o processo.

Ninguém lhe vai dar uma “fórmula mágica”, mas podemos – isso sim – mostrar-lhe alguns dos erros a evitar na escolha de uma carreira profissional.

Os erros que deve evitar ao escolher uma carreira


1. Seguir a profissão “da família”

Este é um dos erros mais comuns. É frequente que muitas pessoas optem por seguir as expectativas dos pais e optem por uma determinada área ou profissão ou que sigam a “linhagem” em termos profissionais. Não podia ser uma opção mais errada.

Até pode ser a profissão de toda a família (avós, tios, pais, irmãos, etc.) ou o negócio de família, mas isso não significa que seja uma boa escolha para si. Se não se identifica com a profissão ou se não vai ser feliz nessa área, opte por “quebrar” a regra e escolha uma carreira que realmente o realize.

2. Deixar que outros decidam por si

Este erro vem, de certa forma, no seguimento do anterior. É normal que as pessoas que lhe são mais próximas opinem sobre as suas escolhas ou que o aconselhem. O que não é normal é que façam a escolha de uma carreira por si.

Só será um bom profissional se realmente gostar do que faz e se se sentir realizado. E, para isso, nada melhor que ser o próprio a escolher.

escolher carreira

3. Focar-se apenas no salário

É certo que um bom salário é importante e – diga-se – atrativo, mas não deve ser o principal fator de escolha. Levar para casa um salário elevado, não significa elevados níveis de satisfação profissional.

Enverede por uma carreira em que possa encontrar o equilíbrio entre um salário que satisfaça as suas necessidades financeiras, profissionais e – porque não? – também pessoais.

4. Escolher em função dos títulos

Em Portugal, a necessidade de ter um “título” atrás do nome é muito comum. Doutores, engenheiros, professores, entre outros. Títulos e estatutos não faltam, mas em muitos casos falta empenho, vocação e motivação para trabalhar numa determinada área. Esqueça o estatuto e foque-se naquilo que realmente quer fazer em termos profissionais.

5. Tomar decisões desinformadas

Não basta dizer que quer trabalhar numa determinada área, convém que esteja informado sobre a mesma. Ou seja, que saiba o tipo de tarefas que envolve, qual a formação necessária, quais as possibilidades (as chamadas saídas profissionais), as perspetivas de crescimento ou evolução profissional ou a remuneração média. Há que estar informado sobre as suas opções de carreira para saber qual a que melhor pode corresponder às suas expectativas e ambições.

6. A escolha de uma carreira por impulso

Esta é uma decisão demasiado importante para se tomar de ânimo leve. O desejo de iniciar ou mudar de carreira não pode ter como motivo algo passageiro. A escolha feita por si irá ter consequências práticas na sua vida, é necessário que reflita bem para mais tarde evitar arrependimentos.

Escolha o que escolher, seja o melhor!

Ninguém melhor que o próprio para saber se fez uma escolha de carreira acertada ou não. Mas, independentemente da sua escolha, seja um bom profissional, ou ainda, seja o melhor profissional.

Veja também: