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Que erros a evitar na escolha de uma carreira?

Escolher uma carreira é um passo decisivo para a sua vida profissional. Fazer uma escolha acertada é imperativo. Veja como!

Que erros a evitar na escolha de uma carreira?
As regras para escolher a carreira certa

“Não se escolhe uma profissão, se renuncia a muitas outras”. A frase é de Fernando Sabino (escritor e jornalista brasileiro – daí o “sotaque” na escrita) e descreve na perfeição aquilo que é a escolha de uma carreira.
 
De facto, todos os profissionais passam por este dilema. Seja porque estão prestes a ingressar na universidade ou no mercado de trabalho; ou porque a determinada altura da vida optam por mudar o rumo das suas carreiras (sim, há quem opte por mudar de carreira, mas o ideal será que faça uma escolha acertada e que o faça sentir realizado em termos profissionais).
 
A verdade é que escolher uma carreira é determinante para o seu futuro e vida profissional e, como tal, para que seja bem-sucedido nada melhor que tomar uma decisão ponderada e sem erros. Mas falar é sempre mais fácil que fazer. As pressões à sua volta são muitas e variadas e nem sempre facilitam o processo.
 

O que escolher? Ou como não errar?

Ninguém lhe vai dar uma “fórmula mágica”, mas podemos – isso sim – mostrar-lhe alguns dos erros a evitar na escolha da sua carreira profissional.
 

1. Seguir a profissão “da família”

Este é um dos erros mais comuns. É frequente que muitas pessoas optem por seguir as expectativas dos pais e optem por uma determinada área ou profissão; ou que sigam a “linhagem” em termos profissionais. Não podia ser uma opção mais errada. Até pode ser a profissão de toda a família (avós, tios, pais, irmãos, etc.) ou o negócio de família, mas isso não significa que seja uma boa escolha para si. Se não se identifica com a profissão ou se não vai ser feliz nessa área, opte por “quebrar” a regra e escolha uma carreira que realmente o realize.
 

2. Deixar que outros decidam por si

Este erro vem – de certa forma – no seguimento do anterior. É normal que as pessoas que lhe são mais próximas opinem sobre as suas escolhas ou que o aconselhem. O que não é normal é que escolham por si. Só será um bom profissional se realmente gostar do que faz e se se sentir realizado. E para isso, nada melhor que ser você a escolher.
 

3. Focar-se apenas no salário

É certo que um bom salário é importante e – diga-se – atrativo, mas não deve ser o principal fator de escolha. Levar para casa um salário elevado, não significa elevados níveis de satisfação profissional. Enverede por uma carreira onde possa encontrar o balanço entre um salário que satisfaça as suas necessidades financeiras e profissionais.
 

4. Escolher em função dos títulos

Em Portugal, a necessidade de ter um “título” atrás do nome é muito comum. Doutores, engenheiros, professores, etc. Títulos e estatutos não faltam, mas em muitos casos falta empenho, vocação e motivação para trabalhar numa determinada área. Esqueça o estatuto e foque-se naquilo que realmente quer fazer em termos profissionais.
 

5. Tomar decisões desinformadas

Não basta dizer que quer trabalhar numa determinada área, convém que esteja informado sobre a mesma. Ou seja, que saiba o tipo de tarefas envolve, qual a formação necessária, quais as possibilidades (as chamadas saídas profissionais), as perspetivas de crescimento ou evolução profissional ou a remuneração média. Há que estar informado sobre as suas opções de carreira para saber qual a que melhor pode corresponder às suas expectativas e ambições.
 

Escolha o que escolher, seja o melhor!

Ninguém que melhor que você mesmo para saber se fez uma escolha de carreira acertada ou não. Mas, independentemente da sua escolha, seja um bom profissional. Ou ainda, seja o melhor.
 
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