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Ansiolíticos: para quem, quando e como

O que são ansiolíticos? A quem se destinam? Não perca a resposta neste artigo.

Ansiolíticos: para quem, quando e como
Substâncias que atuam no sistema nervoso

Antes de avançarmos para a definição de ansiolíticos, fique a saber que na União Europeia, Portugal é o país que está entre os países que mais consomem este género de medicamentos. Segundo a ONG, só em 2015 foram vendidos 11 milhões de embalagens de ansiolíticos, sedativos e hipnóticos. 


O que são ansiolíticos?

Os ansiolíticos, também designados como tranquilizantes, são medicamentos que têm o objectivo de actuar directamente no sistema nervoso de modo a combater a ansiedade e a tensão.

Estes fármacos são mais usados para:
  • Estados de ansiedade
  • Agitação
  • Stress
  • Insónia
  • Epilepsia
  • Depressões
  • Úlceras
 

Efeitos secundários dos ansiolíticos

Dependendo do medicamento, os efeitos mais comuns são o relaxamento muscular, relaxamento psíquico e alguma sonolência. Prescritos sob a ordem de um profissional de saúde, estes tranquilizantes devem ser tomados com as indicações do mesmo.

Sendo o dia-a-dia repleto de situações que muitas vezes nos causam desconforto emocional, muitas pessoas acabam por consumir estes fármacos de forma exagerada como forma de resposta a estas situações. No entanto, saiba que este procedimento terá um resultado inverso ao que pretende, causando:
  • Dependência física e psíquica
  • Desinteresse sexual
  • Noites mal dormidas
  • Falta de energia durante o dia
  • Dificuldade de concentração
 

Como tomar ansiolíticos?

Quando são em forma de comprimidos ou cápsulas, são usados por via oral. Nos hospitais são administrados pela via endovenosa quando em forma de injecção.
 

Cuidados a ter

  • Nunca suspender a medicação sem terminar o tratamento (dura aproximadamente 6 meses) ou sem consultar o seu médico. Se quer ficar bem de saúda siga estes passos.
  • Quando inicia o processo de abandono de um ansiolítico, convém reduzir estes fármacos de forma lenta e sempre acompanhado do seu médico.
  • No caso de ir de férias, e se esquecer de pedir nova receita, reduza a dose por alguns dias para não ficar sem a medicação de repente.
  • Se for o caso de substituir um tranquilizante por outro, mesmo sendo do mesmo grupo, não convém fazer uma troca automática. Pode acontecer um período em que ambos são tomados simultaneamente.


Atenção

Em fase de tratamento com ansiolíticos nunca, em situação alguma, consuma bebidas alcoólicas. Ao fazê-lo saiba que pode ficar com o raciocínio mais lento e perder a coordenação motora. Outros dos sintomas mais comuns, resultado destas combinações explosivas, são a amnésia e a sonolência.

Utilize estes fármacos sempre com prescrição médica. Resolva todas as suas adversidades sempre com a premissa de que a sua saúde está em primeiro lugar!

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