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Evitar brigas no trânsito: tranquilidade e segurança na estrada

As discussões na estrada são situações pelas quais ninguém gosta de passar. Conheça os fatores que as definem e saiba como evitar brigas no trânsito.

Evitar brigas no trânsito: tranquilidade e segurança na estrada
Como evitar situações desagradáveis

Evitar brigas no trânsito vai sempre depender das personalidades e estado mental dos condutores envolvidos. Situações bastante desagradáveis, pelas quais ninguém gosta de passar. Como evitá-las? Como gerir as emoções?

Estas questões, normalmente, teriam de ser abordadas caso a caso. As pessoas respondem a quente às situações, estão a ter dias distintos, e os fatores que contribuem para a irritação que sentem podem até nem ter nada a ver com a situação.

Evitar brigas no trânsito: primeiro, conheça as causas comuns


Estar preso ou presa em filas de trânsito durante horas infinitas, quando estamos atrasados para o trabalho ou aulas, lidar com comportamentos irresponsáveis de outros condutores que podem colocar a segurança de todos em risco, ter algum azar com o carro e outros fatores externos ao trânsito em si, são todas causas possíveis e prováveis para discussões na estrada.

Questões que mexem bastante com o estado emocional do dia-a-dia, aliadas ao número cada vez maior de veículos que ocupam as estradas portuguesas. O stress e a ansiedade ao tempo que passamos no trânsito está no topo da lista de razões para brigas no trânsito.

transito

Como evitar brigas no trânsito: siga estes conselhos úteis


Manter a calma sob a pressão de todos estes fatores, que por vezes não podemos controlar, é bastante difícil. Mas tome nota de certos comportamentos, técnicas e conselhos para se manter longe de confrontos verbais rodoviários com outros condutores.

  • Mantenha a calma e educação – conhece aquelas expressões “sair por cima”, “being the bigger person”? É nisto que se deve concentrar. Pode discutir mantendo o nível da conversa no espetro da boa educação, com respeito, paciência e calma. Evite mesmo exaltar-se, para não resolver as coisas o mais depressa possível;
  • Mantenha-se tranquilo – ao fazer isto, vai transmitir a mesma sensação ao seu interlocutor, mostrar que o está a escutar e a ouvir com paciência, o que pode aliviar a tensão do momento;
  • Se a culpa for sua em caso de toque ou outro problema concreto, admita-a e não tente fugir à questão. Vai acabar por ser provada a responsabilidade. E mesmo se a culpa for repartida, estar a entrar num jogo de acusações não vai ajudar ninguém, nem resolver o problema mais rápido;
  • Esqueça o orgulho ferido – no seguimento do ponto anterior, aqui entra em jogo a consciência de cada um: assumir a culpa, ou mesmo que não seja a sua responsabilidade, tentar resolver o problema e passar à frente;
  • Evite a agressividade, tanto em si, como nos outros. Não reaja e saia do local se necessário, o que nos leva ao último ponto;
  • Chame a polícia, caso o episódio ganhe proporções desmedidas e com agressividade excessiva. Não vale a pena alimentar a questão, chamar as autoridades que estão treinadas para lidar com estes problemas é a decisão acertada.

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