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Chico Buarque regressa a Portugal em junho com o novo álbum "Caravanas"

Chico Buarque já confirmou: estará de volta aos palcos portugueses em junho, com cinco concertos para apresentar o novo álbum "Caravanas".

Chico Buarque regressa a Portugal em junho com o novo álbum
12 anos depois, o músico regressa a Portugal

12 anos depois, o músico Chico Buarque atua em Portugal, em junho, com dois espetáculos agendados para o Coliseu do Porto e quatro para o Coliseu dos Recreios, em Lisboa. Os concertos vão apresentar o novo álbum do aclamado artista e e incluem temas como “Grande Hotel”, “Tua Cantiga”, “Homenagem ao Malandro” e “Todo o Sentimento”. O novo trabalho é dedicado ao baterista que o acompanhou durante anos, Wilson das Neves, que morreu no ano passado.

Chico Buarque vem a Portugal apresentar o seu mais recente álbum, ‘Caravanas’, que saiu no ano passado, atuando nos dias 02 e 03 de junho no Porto e, nos dias 07, 08, 09 e 10, no de Lisboa.

Segundo informação da Everything is New, promotora da digressão em Portugal, os músicos que acompanham o cantor são companheiros habituais de palco: o maestro, arranjador e violonista Luiz Cláudio Ramos, João Rebouças, no piano, Bia Paes Leme, nos teclados e coro, Chico Batera, na percussão, Jorge Helder, no contrabaixo, Marcelo Bernardes, na flauta e sopros, e Jurim Moreira, na bateria.

Coliseu do Porto – 02 e 03 de junho

Coliseu de Lisboa – 07, 08, 09 e 10 de junho

O preço dos bilhetes varia de 25 € a 95 € e podem ser adquiridos online.

Política controversa acompanhada pelos clássicos da Bossa Nova

Na digressão brasileira, que este mês Chico Buarque cumpre em São Paulo, o músico também tem interpretado canções icónicas da sua carreira como “Iolanda”, que compôs com Pablo Milanés, “Injuriado”, num dueto com Bia Paes Leme, “As vitrines”, “Gota d’água”, “Geni e o zepelin”, “Futuros amantes”, “A história de Lily Braun”, que escreveu com Edu Lobo, assim como “A bela e a fera”, ambas de “O grande circo místico”.

A imprensa local destaca, igualmente, as críticas à presidência de Michel Temer, que Chico Buarque tem feito nas suas atuações – nomeadamente no sábado passado, em São Paulo quando, depois de cantar “Homenagem ao Malandro”, o cantor afirmou “Temer não ouve nada”, enquanto o público gritava “Fora Temer”.

Buarque, que recentemente colaborou com os portugueses António Zambujo e Carminho, já tinha trabalhado com Sérgio Godinho e Eugénia Melo e Castro, e sido ponto de partida para o documentário “Meu Caro Amigo Chico”, de Joana Barra Vaz, sobre a relação da música portuguesa com a brasileira (e seus mercados), estreado no festival IndieLisboa em 2012.

Com “Caravanas”, editado em setembro último, o músico colocou fim a um interregno de gravações discográficas, que durava desde 2011.

“Caravanas”, o 23.º álbum de estúdio do cantor de 73 anos, conta com nove temas, foi produzido por Vinícius França e tem arranjos do maestro e violonista Luiz Cláudio Ramos, com quem Chico Buarque trabalha há mais de 30 anos.

A última vez que Chico Buarque atuou em Portugal foi em 2006, quando fez nove concertos de apresentação do álbum “Carioca”, tendo atuado em Espinho, Porto e Lisboa.

Os concertos em Portugal acontecem depois de cumprida a digressão no Brasil.

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