Viviane Soares
Viviane Soares
06 Set, 2019 - 00:00
Amortizar ou juntar mensalidades? Entenda o que é mais vantajoso

Amortizar ou juntar mensalidades? Entenda o que é mais vantajoso

Viviane Soares
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Na impossibilidade de amortizar todos os seus créditos, juntá-los todos num só poderá ser a melhor opção para obter uma folga financeira considerável no fim do mês.

Se, neste momento, tem dúvidas sobre se deve amortizar ou consolidar créditos é porque precisa reduzir o valor que paga mensalmente com prestações de crédito e de forma imediata.

Se partimos do princípio que tem um pé de meia numa conta poupança (ou recebeu uma pequena herança da sua avó), a amortização é a boa decisão. Mas, caso não tenha o dinheiro para amortizar todos os seus créditos, então deve considerar, sem dúvida alguma, o crédito consolidado. Além disso, importa frisar que nem todos os créditos permitem a amortização.

Tudo dependerá das condições em que os créditos foram feitos e da margem de poupança que conseguirá obter em cada uma das opções. Vamos analisar o assunto?

Amortização ou consolidação de créditos: qual compensa mais?

amortizar ou juntar mensalidades

Amortizar parte do capital em dívida num crédito é uma forma de poupar dinheiro, especialmente se a taxa de juro do mesmo for elevada.

Alguns especialistas consideram que a melhor estratégia para amortizar os créditos passa por começar a amortizar os contratos com o montante em dívida mais reduzido. Isto porque consideram que tudo se resume à motivação de ver o número de créditos diminuir.

Porém, também faz sentido amortizar o crédito com a taxa de juro mais alta, uma vez que é o mais caro. Portanto, se acabar primeiro com esse, conseguirá reduzir a prestação desse crédito – o que lhe libertará, sem dúvida alguma, mais dinheiro no fim do mês.

No caso da consolidação, o processo é diferente. Consolidar significa juntar todos os crédito num só, passando a pagar uma única prestação mensal (inferior ao somatório das prestações individuais) num prazo de pagamento mais alargado. Em termos práticos, passa a ter uma única entidade, poupando em comissões, e poderá ver reduzida a taxa de juro – razões suficientes para perceber que também poupará muito dinheiro ao final mês.

Ambas as opções, a amortização e a consolidação, permitir-lhe-ão ter mais liquidez mensal. Porém, como muitas famílias não têm dinheiro disponível para amortizar créditos, a consolidação será provavelmente, a melhor decisão a tomar – até porque com esta folga financeira poderá aumentar a sua poupança e/ou realizar novos projetos.

Mas, para concretizarmos a nossa opinião, vamos aos números.

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Juntar créditos: a melhor opção para uma folga financeira imediata

O caso do Tiago e da Joana

O Tiago e a Joana são casados, ainda não têm filhos, e têm um rendimento mensal familiar de 2.400€.

Têm acumulados três créditos ao consumo: um crédito automóvel, um crédito pessoal para eletrodomésticos e cartões de crédito. Estes créditos correspondem a um montante em dívida de 25.000€.

Despesas com créditos (antes da consolidação)Por mês
Crédito automóvel420€
Crédito ao consumo370€
Cartão de crédito290€
Total  das mensalidades1.080€

Ao recorrer, por exemplo, ao crédito consolidado na Cofidis, o Tiago e a Joana passariam a pagar, para os mesmos 25.000€ uma única mensalidade de 484,87€, com TAEG 13,4% , TAN 11,25% e MTIC: 35.510,64€, num prazo de 72 meses.

Face aos 1.080€ iniciais, trata-se de uma redução de 595,13€ por mês, um montante bastante significativo no alívio das despesas mensais com créditos. Se tivermos em consideração o rendimento mensal do casal, a taxa de esforço antes de consolidar créditos era de 45% e passaria a ser de 20%.

Se este caso se assemelha com o seu, consegue imaginar o que faria com folga superior a 500€ por mês? Começar a pensar no primeiro filho? Investir na sua formação ou  naquele projeto pessoal que tem na gaveta? Deixar de fazer tanta ginástica financeira para cumprir com as suas obrigações? Faça as contas e invista na sua qualidade de vida.

Simule também o seu crédito consolidado na Cofidis e perceba qual o montante que pode poupar ao fim do mês

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