Viviane Soares
Viviane Soares
19 Ago, 2019 - 05:25
Quando os filhos vão para a universidade: quanto precisa e como preparar o orçamento

Quando os filhos vão para a universidade: quanto precisa e como preparar o orçamento

Viviane Soares

Se o seu filho está a pouco tempo de terminar o secundário e de seguir para o ensino superior, o melhor é começar a pensar já em reorganizar o orçamento familiar.

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Propinas, alojamento, alimentação, livros, computador, materiais escolares, passe de transportes e outras despesas correntes são os principais gastos de um jovem que frequenta o ensino superior.

Se o seu filho está a terminar o secundário e pretende dar o passo seguinte – enfrentar a vida universitária -, tem vindo a preparar-se financeiramente para acomodar estes gastos? Aliás, tem uma noção real do montante que precisa para sustentar um filho na Universidade durante os três anos da Licenciatura?

Seja qual for a sua situação, há estratégias financeiras que o podem ajudar a reorganizar e otimizar o seu orçamento familiar, sendo que os resultados são bem palpáveis. Antes de analisarmos quais são essas estratégias, vamos primeiro tentar perceber quais as despesas reais com as quais terá de lidar com a entrada do seu filho para a Universidade.

Despesas mensais de um jovem no ensino superior

quando os filhos vao para a universidade: saiba como se preparar financeiramente

Vamos, então, aos números. Partamos do princípio que o seu filho vai entrar para o ensino superior público, numa cidade diferente da que mora, vai alugar um quarto num apartamento juntamente com outros dois colegas, vai a casa ao fim-de-semana duas vezes por mês.

Apesar de alguns cursos exigirem um investimento inicial num bom computador ou mesmo em material mais técnico, excluamos estas despesas das contas mensais. Assim sendo, teremos os seguintes gastos mais genéricos:

DespesasMês (valores médios)
Alojamento (renda)150€
Despesas de casa (água, luz, gás, internet)35€
Alimentação (cantina ao  almoço e supermercado ao jantar)200€
Material escolar (fotocópias, encadernações, outros materiais)30€ (despesa variável)
Despesas correntes (um café aqui e ali, saídas à noite)25€
Transporte para casa (Intercidades Porto – Lisboa)50€
Total 1490€
PropinasAno (dados da DGES)
Total 2 (valor máximo para o ano letivo de 2018/2019)1.063,47€
Despesas + PropinasValor global (ano)
490€ x 11 meses (sem o mês de agosto) + propinas 5.390€ + 1.063,47€
Total final 6.453,47€

Como se preparar financeiramente para lidar com estas despesas

Apesar de sabermos que a poupança maior está na forma como gerimos as despesas do dia-a-dia, o importante neste momento é perceber como pode reduzir drasticamente os seus gastos, ou melhor, como pode ter mais dinheiro no fim do mês com o mesmo rendimento mensal. Recorramos por isso, a um exemplo concreto.

O caso da Susana

mãe e filha

A Susana é enfermeira, tem 46 anos de idade, é recém separada e tem uma filha de 17 anos. Após a separação, viu o seu rendimento mensal familiar ser reduzido para 1.300€. Um dos seus principais receios é, neste novo cenário, não conseguir suportar as despesas da filha, que vai agora entrar para a Universidade. Isto porque além de ter que gerir o pagamento da renda e das despesas da casa, tem mensalidades de crédito automóvel, cartões de crédito e um crédito pessoal, que representam 34,6% do seu rendimento. Como poderá, então, a Susana fazer face a todas estas despesas?

Tendo em consideração que a Susana é separada, as despesas com a filha na Universidade serão divididas por ambos os pais. Ou seja, em relação ao valor mensal acima apurado, em vez da Susana pagar 490€/mês, pagará 247,50€. Neste cenário, as despesas da Susana são, então, as seguintes:

DespesasPor mês
Renda330€
Despesas domésticas (luz, água, gás, telecomunicações)50€
Alimentação180€
Crédito automóvel200€
Cartões de crédito100€
Crédito pessoal150€
Combustível40€
Despesas mensais da filha na Universidade247,5€
Custos Mensais1.297,5€
Receita Mensal 1.300€
Margem 2,5

Analisando o orçamento mensal da Susana, no qual não estão contempladas as despesas com propinas (valor anual) e, mesmo assim, está completamente à justa para fazer face às despesas mensais, onde poderia cortar gastos? Olhemos para o valor dos créditos:

  • Crédito automóvel: 200€
  • Cartões de crédito: 100€
  • Crédito pessoal: 150€

Total das mensalidades: 450€
Montante total em dívida: 15.000€

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Neste caso em particular, uma boa alternativa para a Susana é recorrer ao crédito consolidado. Ao juntar os créditos, a Susana pode ficar a pagar uma única mensalidade com valor mais baixo do que a soma das várias mensalidades de crédito que tem, com um prazo de pagamento mais alargado.

Se a Susana escolher, por exemplo, a solução de crédito consolidado da Cofidis, passará a pagar uma única mensalidade de 262,81€ (TAEG 13,3% e TAN 11,30%. MTIC: 22.436,04€, prazo de pagamento de 84 meses). Ou seja, face aos 450€ iniciais, trata-se de uma redução de 42% nas despesas com créditos.

Vejamos então como ficariam as despesas da Susana depois de recorrer ao crédito consolidado.

DespesasPor mês
Renda330€
Despesas domésticas (luz, água, gás, telecomunicações)50€
Alimentação180€
Crédito consolidado262,81€
Combustível40€
Despesas mensais da filha na Faculdade247,5€
Custos Mensais1.110,31€
Receita Mensal 1.300€
Margem 189,69

Este dinheiro seria uma boa ajuda para a Susana assegurar a metade do valor das propinas da filha que lhe cabe (531,73€/ano), criar uma almofada financeira para eventuais imprevistos ou mesmo para usufruir de mais qualidade de vida.

Quais as vantagens da consolidação de créditos?

quando os filhos vao para a universidade: como se preparar financeiramente

Antes de mais, importa sublinhar que os créditos são importantes instrumentos de gestão financeira, quando bem geridos. Neste caso em particular, o crédito consolidado é uma solução que promove o aumento da liquidez mensal para poupar ou investir em novos projetos.

As suas principais vantagens são as seguintes:

1. Pagar uma prestação mensal mais baixa;
2. Ter uma única prestação num dia fixo do mês;
3. Ter um único credor e poupar em comissões;
4. Ter mais liquidez e organização orçamental, que pode traduzir-se em mais qualidade de vida.

Conhece o Crédito Consolidado Cofidis?

crédito consolidado da Cofidis, que permite consolidar desde os 5 mil euros até aos 50 mil euros, até um prazo de 120 meses, diferencia-se dos restantes pelas seguintes razões:

a) Não há comissão de análise do processo nem de abertura: se quiser realizar um crédito na Cofidis, contrariamente ao que acontece com muitas instituições, não necessita de pagar um montante adicional para abertura de crédito, tal como não precisa de pagar para ver o seu processo analisado (quer seja aceite ou recusado).

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b) Não há comissões de amortização antecipada, parcial ou total: imagine que tem a possibilidade de liquidar o seu crédito antes do prazo final do pagamento. Neste caso, não precisa de pagar aquela percentagem adicional que costumam solicitar nestas situações.

c) As taxas de juro são fixas: não há mudanças inesperadas no prazo e a respetiva taxa de juro do empréstimo, o que consequentemente não fará a mensalidade oscilar.

d) A Cofidis liquida os seus créditos atuais: ao recorrer ao crédito consolidado Cofidis, poderá ficar descansado com esta fase do processo. A Cofidis liquida os créditos que tem nas várias instituições financeiras e trata de tudo por si.

e) O processo de contratação é feito online ou por telefone: trata-se de um processo simples que poderá tratar sem sair da comodidade da sua casa.

f) Redução de custos significativa: como não há lugar para cobrança de comissões e a taxa pode ser inferior, as despesas associadas ao crédito são mais baixas.

g) Possibilidade de novo financiamento: pode solicitar um crédito consolidado para liquidar os empréstimos que já possui e ainda um financiamento adicional para um novo projeto.

Simule também o seu crédito consolidado na Cofidis e perceba qual o montante que pode poupar ao fim do mês para finalmente investir em si e na sua família.

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