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Conheça os efeitos do horário de inverno no seu organismo

Odiado por todos mas, infelizmente, impossível de evitar: assim é o horário de inverno. Conheça os seus efeitos no organismo.

Conheça os efeitos do horário de inverno no seu organismo
Afinal, a altera mesmo a forma como funcionamos

Poucas devem ser as pessoas que não reviram os olhos sempre que chega o dia de alterar a hora nos relógios. Outubro aproxima-se e com ele vem o horário de inverno, aquele pesadelo que dá dores de cabeça a praticamente toda a gente. Mas afinal existem ou não motivos para este ódio de estimação? Fique agora a saber quais são os efeitos da mudança de hora no funcionamento do seu organismo.

Duas vezes por ano os portugueses têm de atualizar a hora do seu relógio: em março e em outubro. Agora que o outono se aproxima é altura de entrarmos no horário de inverno, pelo que no dia 28 de outubro terá de atrasar o seu relógio 60 minutos quando o ponteiro chegar às 2 horas da madrugada.

Esta é uma discussão antiga e que parece não ter fim, especialmente porque muitos são os que se queixam de ter de acordar quando ainda é de noite e sair do emprego quando o sol já se pôs. E se há quem pense que é apenas embirração, a verdade é que a diferença de uma hora tem mesmo consequências.

Horário de inverno: os efeitos no organismo


saiba tudo sobre os efeitos do horário de inverno

Talvez o surpreenda, mas já há mais de um século que a hora sofre alterações no inverno e no verão. Foi em 1916 que a mudança de hora começou, com o adiantamento de uma hora no verão. Passaram-se anos e hoje em dia a prática continua – embora muita gente deseje acabar com ela.

No entanto, talvez existam motivos válidos para isso. Segundo os especialistas, o corpo não se adapta bem às mudanças de hora e o horário de inverno parece ser o mais nocivo. Quando perdemos ou ganhamos 1 hora, o nosso ritmo circadiano sofre alterações que podem originar consequências negativas para o funcionamento do organismo. De facto, os efeitos podem ser semelhantes aos de uma viagem para um fuso horário distinto.

Cansaço

Pode parecer-lhe exagerado que a mudança para o horário de inverno tenha influência na energia de uma pessoa, mas não se pode esquecer de que esta alteração implica também oscilações no padrão de sono. Não é por acaso que um inquérito concluiu que 43% das pessoas sofrem com o cansaço e com ligeiros problemas de sono aquando da mudança da hora.

Posto isto, deve ter cuidados redobrados, uma vez que a falta de energia pode originar problemas mais graves como acidentes de viação, por exemplo. É também possível que se sinta menos produtivo no seu dia-a-dia.

Depressão

Apesar de todos os cuidados que deve ter com o sol, a verdade é que a exposição à luz solar é de extrema importância para a saúde física e mental. Ora, quando mudamos o relógio para o horário de inverno estamos também a alterar a quantidade de horas em que temos contacto com o sol, já que a maioria das pessoas sai de casa ainda de noite e quando volta também já o sol vai longe.

Resultado? O facto de ter menos contacto com a luz solar pode originar transtornos psicológicos e levar ao aparecimento de depressões. Aliás, de certo que já lhe aconteceu ficar mais em baixo nos dias mais cinzentos.

Dores de cabeça

Muitas pessoas experienciam também dores de cabeça aquando da mudança da hora, especialmente cefaleias em salva (afetam apenas um lado da cabeça) e cefaleias hípnicas (surgem durante o sono). Estas condições são desencadeadas pelas alterações no ritmo circadiano e, consequentemente, nos padrões de sono.

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Inês Pereira Inês Pereira

Licenciada em Jornalismo e Pós-Graduada em Branding e Content Marketing, sempre se deu bem com a escrita. Embora prefira escrever com um teclado, não acredita nessa ideia de ler um livro através de um ecrã: um livro lê-se em papel e tem um marcador. Gosta de fotografia, de história e de conhecer o mundo.