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Sinais e manchas na pele a que deve estar atento

Os sinais e manchas na pele são, muitas vezes, indicadores preciosos sobre o estado da nossa saúde. Fique a perceber o seu significado.

Sinais e manchas na pele a que deve estar atento
Aprenda a “ler” os sinais da sua pele

Todos possuímos alguns sinais e manchas na pele. As suas diferentes caraterísticas permitem distingui-los e atribuir-lhe significados diferentes. Se alguns podem indicar possíveis cancros de pele, outros podem apontar para vírus ou para uma exposição solar excessiva.

Em qualquer um dos casos, é essencial aprender a interpretar o significado de cada um dos sinais e manchas na pele, de maneira a compreender o que tal nos pode dizer sobre o nosso estado de saúde e eventuais tratamentos que devamos fazer.

Há sinais e manchas na pele que dizem muito sobre a sua saúde


sinais na pele

1. Queratose actínica

Estas manchas cutâneas são mais comuns em idosos e aparecem, normalmente, em áreas mais expostas ao sol, como a cara, o pescoço, as orelhas, as costas das mãos e o couro cabeludo (sobretudo, em indivíduos calvos). São lesões pré-cancerosas e caraterizam-se por serem ásperas, descamativas e vermelho acastanhadas.

2. Carcinomas basocelulares

São a forma mais comum de cancro da pele e apresentam a forma de um nódulo saliente com bordo brilhante e aspeto perolado. Assemelha-se a uma ferida que não cicatriza e até pode apresentar uma pequena crosta.

3. Carcinomas espinocelulares

Esta é outra forma de cancro da pele, a qual pode surgir, principalmente, em áreas da pele mais expostas ao sol, como a cara e o couro cabeludo. Trata-se de um nódulo com crosta, que costuma crescer rapidamente e até pode deitar líquido.

4. Melanomas

Menos frequentes, estes tumores são mais perigosos. Mais comuns entre a população mais jovem, estes carcinomas são lesões pigmentadas que escurecem ou desenvolvem extremidades irregulares ou cores diversas.

5. Sinais

Os sinais, sobretudo os de nascença, não costumam inspirar qualquer cuidado. Já os que são “adquiridos” na vida adulta devem ser vigiados, pois eles têm origem na exposição solar. Verificar possíveis alterações no seu aspeto e estar atento a episódios de comichão ou sangramento são aspetos importantes.

6. Manchas

Manchas acastanhadas, com tom de café com leite, podem ser um sintoma de doenças genéticas, como a neurofibromatose. Já as manchas brancas (também chamadas de “sardas brancas”) são sinais de leucodermia solar. Elas são causadas pela exposição solar sem proteção e por uma alimentação inadequada.

7. Verrugas

As verrugas são causadas por uma das muitas variações do vírus HPV. A principal preocupação com as verrugas é o facto delas serem transmissíveis, quer para outras pessoas, quer para outras regiões do corpo. Basta que o vírus presente nessa lesão entre em contacto com outra área da pele.

Existem ainda as chamadas verrugas genitais, que podem evoluir para cancro do colo do útero e, por isso, necessitam de um acompanhamento e tratamento diferentes do aplicado no caso anterior.

8. Erupções

As erupções cutâneas podem ter origens muito diversas e, por isso, a avaliação por parte de um dermatologista é tão importante. Há nódulos, vesículas, bolhas e um sem número de outras erupções possíveis.

No caso dos adultos, uma das manifestações mais comuns está relacionada com a herpes, que pode ser bacteriana ou viral. O tratamento depende do tipo de herpes em questão, mas por norma o problema fica sanado numa semana, recorrendo a pomadas e outros medicamentos.

9. Pele seca

Uma pele muito seca pode significar falta de hidratação, mas também ser um sinal de outros problemas como diabetes, doenças vasculares ou problemas na tiróide. Portanto, se costuma usar um bom hidratante e, mesmo assim, sente a sua pele demasiado seca, talvez seja uma boa ideia consultar um especialista.

O método ABCDE


sinais na pele

Detetar, precocemente, problemas de pele pode passar por um auto-exame diagnóstico regular que analise todos os sinais e manchas na pele e responda às seguintes questões:

  • A – O sinal ou mancha é assimétrico?
  • B – Tem um bordo irregular?
  • C – Apresenta-se com cores diferentes?
  • D – O diâmetro é superior a 6mm?
  • E – Há alguma evolução no crescimento? Trata-se de uma nova lesão ou de uma alteração numa lesão já conhecida?

Se as respostas a estas perguntas forem, maioritariamente, positivas, deve consultar um dermatologista, de modo a conferir junto de um especialista se a lesão ou lesões em causa carecem ou não de tratamento.

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