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Um guia para tempos complicados
Afonso Aguiar
Afonso Aguiar
13 Jul, 2021 - 12:40

Motas até 35 kW: conheça 10 excelentes opções

Afonso Aguiar

Temos 10 opções para si. Descubra a nossa escolha das melhores motas até 35 kW, assim como tudo o que precisa saber para as poder conduzir.

Motas até 35 kw

Para os que tiraram a carta antes de 2013, poderá parecer estanho salientar, especificamente, motas até 35 kW. No entanto, desde 2 de janeiro de 2013, há uma categoria da carta de condução dedicada unicamente a este tipo de potência.

Enquanto, antes dessa data, quem tivesse mais de 18 anos, não podia conduzir um motociclo com mais de 125 cc, depois disso a lei foi alterada. Em janeiro de 2013, com a introdução da possibilidade de quem tivesse mais de 16 anos poder conduzir motas até 125 cc, foi necessário criar uma categoria intermédia para os que tinham mais de 18, mas menos de 24 anos.

Assim criou-se a categoria A2 e introduziu-se, em Portugal, a noção de motas até 35 kW (46.0 cv).

De forma a facilitar a vida dos jovens que querem começar a acelerar de mota e, ao mesmo tempo, garantir aos seus pais que os mesmos circulam num veículo seguro e não demasiado dispendioso, o E-konomista fez uma seleção das 10 melhores motas até 35 kW.

Motas até 35 kW: legislação

Antes de se prosseguir com a apresentação das nossas escolhas, é importante relembrar que, apesar de em janeiro de 2013, o leque de motas permitidas de conduzir para os maiores de 18 anos ter aumentado, há ainda assim alguns requisitos e considerações que deve saber.
Primeiro, foi o Decreto-Lei nº138/2012, de 2012 que introduziu alterações ao Código de Estrada, aprovando de igual modo o novo Regulamento da Habilitação Legal para Conduzir.

Depois, com entrada em vigor a 2 de janeiro 2013 foram introduzidas novas categorias como a AM, que substitui a licença de condução de ciclomotores, e a A2, que possibilita a condução de motociclos com potência máxima não superior a 35Kw e uma relação peso/potência inferior a 0,2 kw/kg, sem limite de cilindrada.

Para obter a categoria A2, o candidato deverá ter idade mínima de 18 anos, residir em território nacional e possuir aptidão física e psicológica.

A frequência das aulas teóricas fica dependente do candidato já possuir ou não alguma habilitação de condução (categorias A1 ou B, por exemplo). As aulas e exame prático serão sempre obrigatórias e incluem exigências específicas, tais como manobras especiais, comportamento no tráfego, controlo técnico do veículo e ajuste do equipamento de segurança. O titular da categoria A2 fica também habilitado a conduzir veículos das categorias A1 e AM.

Esta categoria intermédia possibilitou a aquisição e condução de motas de cilindrada intermédia sem a obrigatoriedade da obtenção da categoria A (referente a todos os motociclos sem restrição quanto à relação peso/potência), a qual obriga a uma idade mínima de 24 anos.

Em termos práticos, também permitiu a aprendizagem de condução de motas mais leves e versáteis, sem prejuízo de uma cilindrada razoável, e a realização do exame prático numa mota mais ajustada às características físicas de cada condutor.

Além disso, garantiu também aos portadores da carta de condução de categoria A2 há mais de dois anos a possibilidade de se habilitarem à obtenção da carta de condução de categoria A antes de perfazer os 24 anos.

Motas até 35kw da Honda

Motas até 35 kW: 10 sugestões

Obviamente, tendo em conta que motas até 125 cc podem ser conduzidas com outras categorias de carta de condução, essas mesmas foram excluídas.

Para escolher aquilo que se considera uma boa mota até 35 kW, teve-se em conta, essencialmente, quatro fatores: potência (cilindrada e/ou cavalagem); segurança; praticidade de conduzir (leveza e/ou facilidade de condução) e o fator preço/qualidade.

1. BMW G 310 R – 5.558€

Com 25 kw (cerca de 35 cv) e 313 cm3 de cilindrada e até pelo preço este modelo é uma das melhores motas até 35 kw.

Graças ao motor otimizado com Ride by Wire e embraiagem “anti-hopping”, a moto pode ser conduzida de modo intuitivo, ágil e seguro, seja no caminho para o trabalho, para um encontro ou para sair da cidade.

2. Honda NC750X – 8.300€

Este modelo é conhecido por duas características. A sua potência e cilindrada é quase ímpar entre as restantes motas até 35 kw. Conta com 35 kw de potência e cerca de 750 cm3 de cilindrada.

Além disso, o material resistente, confortável e duradoiro auxiliado por uma dupla embraiagem com opção de transmissão manual e automática tornam esta mota uma simbiose quase perfeita em termos de segurança e agilidade.

3. KTM Adventure 390 – 7.046€

Este modelo contém um motor de 373 cc a quatro tempos e ainda uma potência de de 32 kW(43 cv). Juntando a isso um eixo balanceador permite suavizar a conduzir, sem no entanto retirar-lhe potência.

A embraiagem deslizante que vem incorporada economiza na energia e permite fazer deslizes em segurança.

4. Yamaha MT-03 – 5.630€

Incorporada com um bom motor de 321 cm3 de cilindrada, e 31 kW (42 cv), é uma excelente opção, principalmente tendo em conta que se trata de ma mota naked, sem carenagens, com uma posição mais vertical de condução.

É ideal para todos os tipos de motociclistas, dos principiantes aos mais experientes.

5. Yamaha Tracer 7 – 8.795€

A marca japonesa é conhecida por fabricar bons modelos de motas e a prova disso está no facto de incluirmos um segundo modelo nesta lista.

Neste modelo destaca-se o motor com potência limitada de 35 kw (46 cv) e uma cilindrada de 689 cm3. Além disso, há a realçar a frente agressiva e a carenagem compacta, assim como o facto de ser extremamente leve (196 kg).

6. Kawasaki Ninja 400 – 6.690€

Com um preço generoso e uma motorização potente – 33.4 Kw (45 cv) e 399cm3 de cilindrada – esta é uma opção intermédia entre as mais baratas e as mais caras.

Salienta-se também o facto de contemplar um chassis mais leve do que o modelo anterior, a Ninja 300, o que me permite maior facilidade de controlo.

7. Benelli TRK 502 – 6.780€

A marca italiana é famosa por produzir motas seguras e baratas. Este é mais um caso. Tem um motor de 35 kW (46 cv) e uma cilindrada de 500 cm3.

A proteção frontal foi concebida para garantir a máxima proteção ao condutor, sendo que ainda inclui jantes de 19″ na dianteira e 17″ na traseira, em liga de alumínio, equipadas com pneus 110/80 e 150/70, respetivamente, garantindo maior segurança mesmo nas situações mais difíceis.

8. Suzuki GSX 250 R – 5.499€

As marcas japonesas são das mais populares no que a motorizadas diz respeitos. Isso inclui motas até 35 kW. Neste caso, este modelo é mais humilde, mas também mais barato.

Tem um motor de apenas 18.6 kW (25 cv) e uma cilindrada de 248 cm3, mas inclui já sistema ABS de travagem, assim como painel de instrumentos digital.

9. Honda CB500F – 6.235€

No seguimento da tendência japonesa já demonstrada apresentamos mais um modelo nipônico.

Trata-se de uma streetfighter ágil e divertida, que lhe proporcionará fiabilidade tanto na cidade como em viagem. Contempla ainda um motor de 35 kW (46 cv) e uma cilindrada de 471 cm3.

10. Ducati Scrambler SIXTY2 – 7.795€

Com 32kw (41 cv) e 399 cm3 de cilindrada é uma opção mais potente que a maioria. No entanto, também inclui rodas de 10 raios em alumínio totalmente novas e com pneus Pirelli exclusivos garantindo uma maior segurança numa condução mais desportiva.

Aos valores apresentados (P.V.P.) acrescem os custos referentes ao ecovalor, despesas de legalização e transporte, ISV e IUC.

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