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Gap Year: tudo o que há para saber antes de partir à aventura

Um ano de pausa (gap year) no habitual percurso académico ou até profissional, pode ser uma oportunidade de auto-descoberta e crescimento pessoal.

Gap Year: tudo o que há para saber antes de partir à aventura
Um ano para viver ao máximo, saiba como

Já pensou em fazer um gap year? Talvez sim, mesmo que desconheça o termo. Então, chegou ao sítio certo.

Se está prestes a terminar uma fase importante da sua vida – nomeadamente, um ciclo de formação – e não sabe se quer continuar a estudar ou se prefere trabalhar; ou se até gostava de ir para a universidade, mas ainda não tem a certeza de que curso deve escolher; ou se sente que precisa de se conhecer melhor para tomar as melhores decisões para o futuro…  Se se revê nestes “se”, então, o gap year é para si.

Considere a possibilidade de embarcar numa aventura inesquecível, capaz de o mudar para sempre. Esta é a oportunidade de abraçar uma experiência única e irrepetível que lhe pode permitir crescer, adquirir e desenvolver interesses e competências, assim como descobrir gostos, talentos e ganhar mundo.

Reserve um ano para viver ao máximo. Faça um gap year.

Gap Year: perguntas e respostas


Gap Year

Antes de traçar a rota e fazer a mala, é importante saber tudo sobre gap year. Aqui encontra todas as perguntas e respetivas respostas, para esclarecer as suas dúvidas.

1. Gap Year: o que é?

Trata-se de um intervalo relativamente prolongado, com cerca de um ano de duração, o qual tem lugar, habitualmente, no final do ensino secundário ou do ensino superior. Algo semelhante ao mais conhecido “ano sabático“, ainda que numa fase diferente da vida.

O gap year significa fazer um ano de pausa na rotina habitual, ainda que durante esse período faça tudo menos estar parado, pois prevê um misto muito diversificado de experiências. Das viagens por outros países, ao voluntariado, passando por estágios ou trabalhos, entre outras atividades, são muitos os desafios possíveis.

2. Qual o objetivo?

O objetivo, ou objetivos, de um gap year depende de quem o faz. Não é apenas uma aventura ou espaço de tempo para pensar. Há quem decida fazer um gap year para se conhecer melhor, perceber quais os seus talentos e capacidades, de modo a escolher a área mais adequada para continuar os estudos. Há ainda quem o faça já com objetivos muito concretos, nomeadamente uma espécie de “estudo de mercado” a fim de escolher um destino para continuar a sua formação ou para trabalhar.

Para muitos, o gap year é ainda visto como uma oportunidade estratégica para o enriquecimento curricular. A experiência internacional é algo cada vez mais valorizado pelas empresas e que marca a diferença em qualquer processo de recrutamento de emprego.

3. A quem se destina?

Toda a gente pode fazer um gap year. Para isso, basta traçar um plano com os países a visitar e os objetivos a cumprir, além de providenciar o dinheiro necessário para pagar as despesas inerentes. No entanto, quando se fala de gap year, pensa-se, essencialmente, em jovens ainda em busca de respostas para o futuro. É por isso que os programas de apoio existentes para o efeito se destinam, precisamente, a candidatos até aos 30 anos de idade.

4. Quais as vantagens de um Gap Year?

Para muitos o gap year é o derradeiro teste antes da vida adulta. Durante um ano a percorrer caminhos novos, a descobrir novas gentes e culturas, a abraçar desafios, a desenvolver capacidades e a ultrapassar alguns limites, o grande objetivo é descobrir-se e preparar-se, munindo-se de bagagem para a vida.

Assim, são várias e inquestionáveis as vantagens de fazer um gap year:

  • Auto-conhecimento;
  • Saída da zona de conforto (o que permite evoluir);
  • Desenvolvimento de capacidades e competências pessoais e técnicas;
  • Estimulo à criatividade;
  • Ganho de conhecimento e cultura geral;
  • Reconhecimento de talentos e paixões;
  • Abertura de mentalidades e de possibilidades de trabalho;
  • Quebra de preconceitos culturais;
  • Diferenciação no mercado;
  • Valorização de bens essenciais;
  • Maturidade;
  • Memórias.

5. Que programas de apoio existem?

Se é algo que deseja fazer, não se preocupe, pois há algumas entidades que apoiam a realização de um gap year. No nosso país, a Gap Year Portugal é a principal referência no que toca à promoção e realização do gap year, a qual permite escolher a solução à medida de cada um. Todos os anos, abre um um concurso, em parceria com a Fundação Lapa do Lobo, oferecendo a oportunidade de passar do plano à prática. Promove ainda o Gap Year Summit, para partilha de ideias e experiências.

A Vida Edu, também nacional, ou o Go Overseas, são outras entidades a considerar por quem quer estudar, fazer voluntariado ou trabalhar viajando pelo estrangeiro.

6. Como preparar um Gap Year?

Existem diversos sites de apoio ao planeamento do seu ano de pausa. Se tiver interesse em conhecer os prós e contras desta tipo de experiência, consulte o college confidential.

7. Posso falar com alguém que já tenha passado por esta experiência?

Sim! Neste fórum encontrará um espaço de discussão onde irá poder colocar todas as questões que queira ver respondidas por pessoas que já fizeram um gap year.

Para pensar…

Se o seu objectivo é conhecer-se melhor, enquanto planeia a sua viagem de um ano pode ir tentando pôr no papel os seus projetos de vida e carreira. Sejam quais forem os seus planos para este ano de aventura, lembre-se de algo que é fundamental, nomeadamente reduzir a bagagem ao essencial. Roupas adequadas ao clima dos países que vai visitar, utensílios diversos (canivete, lanterna, adaptador universal para tomadas), fotografias “tipo passe” para poder solicitar o seu visto no país de destino, entre muitas outras coisas, não devem ser esquecidos.

Com estas perguntas e respostas sobre gap year já tem o que precisa para dar início ao seu plano de viagem. Aventure-se, vá à descoberta e regresse com bagagem para a vida.

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Elsa Santos Elsa Santos

Formada em comunicação, conta com uma vasta experiência na área. Do jornalismo ao marketing digital, a escrita é o elo comum. Apaixonada por histórias, tem desenvolvido, nos últimos anos, diversos projetos de storytelling, copywriting e locução. É mãe de duas crianças, o que não lhe dá superpoderes, mas a obriga a estar permanentemente ligada.

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