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Um guia para tempos complicados
Luísa Santos
Luísa Santos
25 Jul, 2018 - 16:53

6 coisas que não deve pesquisar no Google

Luísa Santos

Pensar que tudo aquilo que procura na Internet se mantém seguro não é assim tão certo. Existem coisas que não deve pesquisar no Google. Saiba quais.

6 coisas que não deve pesquisar no Google

A Internet já foi mais segura do que é nos dias de hoje. A facilidade com que alguém, remotamente, consegue aceder àquilo que pesquisa na web, bem como quaisquer dados que introduza (e que sejam privados), chega mesmo a assustar. Nos dias de hoje, pouco ou nada se mantém privado quando o assunto é a Internet. Por esse motivos existem coisas que não deve pesquisar no Google.

Todo o tipo de dados que introduz, seja num motor de pesquisa, numa rede social ou até mesmo no site do seu banco, pode ser facilmente descoberto por hackers e utilizado indevidamente. Por esses motivos, “todo o cuidado é pouco”: saiba porquê.

Evite fazer estas pesquisas no Google

pesquisar no google

1. Coisas que não quer ver em forma de publicidade

Qualquer termo ou expressão que pesquise num motor de busca, como é o caso do Google, fica, de alguma forma, guardado na sua memória. Se quer muito comprar uns óculos novos e encontrou um bom preço num site específico, que vai visitando, a probabilidade de que esse site se transforme em publicidade é alta.

É conhecida como Display Advertising e pode aparecer, aleatoriamente, em qualquer parte do seu browser. As marcas apostam neste tipo de publicidade por ser mais barato do que anunciar nos meios tradicionais, por exemplo. Assim, fazem uso das pesquisas dos utilizadores para publicitarem nas redes sociais ou em sites generalistas, por exemplo.

2. Qualquer coisa que o envergonhe

Algumas das coisas que não deve pesquisar no Google são aquelas que o podem comprometer e envergonhar. Sobretudo em contexto de trabalho, pode pesquisar assuntos que, para si, não parecem ter um segundo sentido, mas que podem surgir em forma de publicidade quando menos espera – quando alguém, por exemplo o seu patrão, estiver por perto.

3. Qualquer coisa que o possa incriminar

Coisas ilegais, sobretudo. Evite ações como downloads ilegais de conteúdos, por exemplo. Hoje em dia, é extremamente simples descobrir onde está e o que está a fazer – tudo através do seu endereço de IP, por exemplo. Não vale a pena correr riscos e o melhor, e mais seguro, é sempre cumprir a Lei.

4. Alterações/ sintomas na pele ou no corpo

Se desconfia que lhe surgiram novos sinais, erupções, manchas ou outras marcas na pele, não corra para o Google à espera de resposta. O mais certo é que surjam imagens de situações muito piores do que a sua, para além de diagnósticos que em nada se relacionam com o seu. Procure um médico e não a Internet como forma de obter resposta para questões de saúde.

5. Compras (in)seguras

Se está de olho num produto (seja ele de que gama for), não procure no Google se o site onde o quer comprar é seguro ou não. O mais provável é que surjam diferentes opiniões de pessoas que, por um lado, não tiveram problemas na sua compra, mas também de outras que se depararam com experiências menos positivas.

Nesses casos, se a dúvida lhe surgiu, é porque tem motivos para saber que aquela compra, naquele site, não será a melhor opção. O mais seguro será mesmo dirigir-se a uma loja da especialidade.

6. A sua “coisa” preferida + o termo “cancro”

Hoje em dia, com a velocidade e quantidade de informação que chega às pessoas, a permeabilidade e disponibilidade de todo o tipo de estudos na Internet é muito comum.

Igualmente comuns são as causas de cancro que se vêem publicadas na Internet, onde parece haver espaço para qualquer tipo de justificação. Associar um alimento a essa doença, ou até mesmo o facto de ter um animal de estimação, pode conduzir a deduções graves e infundadas.

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