Publicidade:

5 conselhos para vender ouro usado sem ficar a perder

Reunimos alguns conselhos para vender ouro usado e fazer bons negócios. Conheça-os e aproveite para ganhar alguns euros extra.

5 conselhos para vender ouro usado sem ficar a perder
Não aceite logo a primeira oferta

Tem em casa jóias que não usa e acredita que valeriam um bom dinheiro? Aproveite-as para ganhar uns euros extra ou para suportar aquela despesa inesperada sem ter de ir pedir ajuda ao banco. Reunimos alguns conselhos para vender ouro usado e fazer sempre bons negócios.

Vender ouro tornou-se uma atividade popular nos últimos anos. Sobretudo durante o período de crise, as lojas de compra e venda de ouro surgiram nas cidades a um ritmo estonteante – e, se a maioria fechou entretanto, a verdade é que algumas vieram para ficar e ainda subsistem.

Se está a pensar vender algumas peças, contudo, lembre-se que nem só as lojas de compra e venda de ouro podem ser consideradas. Também há muitas ourivesarias que compram este metal precioso e que até podem fazer-lhe ofertas melhores e mais justas do que as dos estabelecimentos especializados.

Antes de começar, faça um levantamento das peças que quer vender e dos lugares perto de si que aceitam fazer negócio. Depois, leia estas dicas antes de sair de casa.

Conselhos para vender ouro usado e fazer bons negócios


conselhos para vender ouro usado

1. Vá a todas as lojas

O melhor conselho para vender ouro usado que pode ouvir é: não aceite nunca a primeira oferta que lhe fizerem. O que não falta no mercado é ourivesarias e lojas de compra e venda de ouro, por isso tire o máximo proveito da concorrência: vá a todas, peça uma avaliação das peças e anote a oferta que lhe fazem.

Para poder comparar as ofertas também pode ser útil anotar a avaliação de cada uma das peças individualmente. Na verdade, o avaliador pode ser mais justo numas do que nas outras – e, se assim for, compensa-lhe vender algumas jóias a um comprador e as restantes a outro. Lembre-se que está aqui para vender, não para fazer caridade. Interessa-lhe sempre a oferta mais alta!

2. Pesquise sobre as lojas

Não se deixe enganar pela publicidade, porque essa, já sabemos, é sempre positiva. A melhor forma de saber se uma loja de confiança é ouvir os clientes: aquele é um negócio honesto? Praticam preços justos? Já estiveram envolvidos em algum esquema ilegal?

Por muito que lhe prometam um bom negócio, desconfie sempre de ofertas demasiado boas e distantes de todas as outras. Lembre-se que ninguém dá nada a ninguém e a compra e venda de ouro é um negócio, por isso ninguém vai oferecer-lhe um valor absurdo por uma peça só porque sim.

Escusado será dizer que também deve exigir toda a papelada exigida pela lei. O processo é burocrático e chato, mas garante-lhe que tudo é feito na legalidade e que não vai ter problemas com a polícia mais tarde.

3. Conheça o preço do ouro

O valor de avaliação dos metais preciosos muda com muita frequência, por isso informar-se antes de partir para a venda é um ótimo conselho para vender ouro usado.

Conheça o preço do quilo do ouro e, muito importante, esteja atento ao peso das peças que quer vender. Também é importante que conheça a qualidade do ouro que tem, porque diferentes graus de pureza têm preços diferentes, e esteja consciente do estado real das peças que quer vender.

Lembre-se que as peças não são avaliadas só pelo tamanho e pelo peso. Estude o máximo que puder antes de abordar um comprador.

4. Separe o ouro das pedras preciosas

É um erro muito comum entre quem vende ouro usado e os compradores esfregam as mãos de contentes. A venda de ouro é mesmo só isso: venda de ouro. Quando leva uma jóia a uma loja, o comprador vai pesar a peça e calcular o peso do ouro que lá está, ao mesmo tempo que avalia a pureza do metal.

De fora destas contas ficam todos os outros materiais que fazem parte da peça, como a prata, os brilhantes, até as pedras preciosas. Isto quer dizer que se vender numa destas lojas um anel de diamantes o avaliador vai fazer-lhe uma oferta pelo ouro do anel, mas não pelos diamantes – esses, se os deixar ficar, vão ser oferta.

Se lhe disserem que separar as pedras do ouro desvaloriza a jóia, não acredite. O ouro usado é comprado para derreter, pelo que pouco importa se, na forma original, tinha muito ou pouco trabalho artístico.

Por outro lado, as pedras preciosas podem ser vendidas à parte, nem que seja nas ourivesarias regulares. Rendam muito ou pouco, é dinheiro que não receberia se as deixasse ir com o ouro a que estavam acopladas.

5. Considere lojas de antiguidades

É comum as jóias de família terem trabalho artístico de muito valor ou até terem um design específico de determinada época ou estatuto social. Antes de partir para as lojas comuns, o melhor conselho para vender ouro usado é que olhe para as suas jóias e perceba se têm mais algum valor além do preço puro do metal em que são feitas.

Vamos dar-lhe um exemplo: um anel em ouro que tenha pertencido a uma personagem relevante da nossa História vale muito mais pelo significado cultural que tem do que propriamente pelo metal que lhe deu origem.

As jóias que vende nas lojas de ouro usado vão todas para derreter, daí serem avaliadas tendo apenas em consideração o metal que lhes deu origem. Quando, além do ouro, as peças têm valor histórico, cultural ou outro, compensa-lhe mais vendê-las intactas numa loja de antiguidades do que destruí-las para vender às peças. Assim, se as suas jóias já são antigas, considere visitar algumas lojas de antiguidades antes de decidir vender a um comprador de ouro.

Tão importante como seguir estes conselhos para vender ouro usado é fazer uma boa pesquisa e avaliar as suas jóias com a maior racionalidade possível. Lembre-se que o metal precioso tende a valorizar com o tempo, pelo que o que tem agora é um investimento – só deve abdicar dele quando for mesmo necessário arranjar um rendimento extra e rápido.

Veja também:

O E-Konomista disponibiliza e atualiza informação, não presta serviços de aconselhamento fiscal, jurídico ou financeiro. O E-Konomista não é proprietário nem responsável pelos produtos e serviços de terceiros apresentados, por conseguinte não será responsável por quaisquer perdas ou danos que possam resultar de quaisquer imprecisões ou omissões. A informação está atualizada até à data apresentada na página e é prestada de forma geral e abstrata, tratando-se de textos meramente informativos, pelo que não constitui qualquer garantia nem dispensa a assistência profissional qualificada. Se pretender sugerir uma atualização, por favor, envie-nos a sua sugestão para: [email protected].