Inês Pereira
Inês Pereira
02 Jun, 2018 - 11:00
Alergia ao sol: sintomas, prevenção e tratamento

Alergia ao sol: sintomas, prevenção e tratamento

Inês Pereira

Muitas pessoas sofrem de alergia ao sol. Sim, este é mais um motivo para nunca se esquecer do protetor solar. Fique a conhecer o tema de A a Z.

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No verão, os dias ficam mais longos, as temperaturas mais altas e o sol torna-se cada vez mais apetecível. Até aqui parece tudo um sonho, certo? O problema é quando surgem os escaldões ou, pior, a alergia ao sol. Sim, é verdade: existem mesmo pessoas com esta alergia e não são assim tão poucas.

Nem toda a gente tem consciência da importância da utilização do protetor solar e dos cuidados necessários com a exposição aos raios UV, mas a verdade é que pequenos gestos podem evitar grandes problemas. Fique a saber tudo sobre a alergia ao sol, os seus sintomas e como pode evitar ou tratar este problema.

Tudo o que precisa de saber sobre a alergia ao sol

alergia ao sol

Estima-se que cerca de 15% da população mundial sofra de alergia ao sol, também conhecida como Erupção Polimorfa à Luz. Neste sentido, não é de estranhar que esta seja a doença de pele causada pela exposição aos raios UV mais comum.

Geralmente, ocorre quando a pele que foi coberta durante o inverno começa a ser exposta à luz solar. A primavera e o início do verão são, portanto, as alturas em que se verifica maior incidência da alergia ao sol. Os surtos têm tendência a repetir-se todos os anos e, em alguns casos, mais do que uma vez por ano.

Importa dizer que esta não é uma doença contagiosa e não tem qualquer ligação cientificamente comprovada com o cancro de pele. Curiosamente, é uma alergia que afeta maioritariamente os jovens entre os 15 e os 35 anos, sendo mais comum entre a população feminina.

Sintomas

Habitualmente, os sintomas da alergia ao sol surgem imediatamente após a exposição solar, tornando-se logo bastante incómodos. Contudo, se a exposição for contínua e não tiver cuidado, estas manifestações podem agravar-se e tornar-se mais intensas. São elas:

  • Sensibilidade acrescida nas zonas afetadas;
  • Irritação da pele;
  • Comichão excessiva;
  • Vermelhidão da pele;
  • Pequenas bolhas;
  • Pintas vermelhas.

As zonas do corpo mais afetadas são aquelas que se encontram mais expostas e que costumam ser mais sensíveis. Consequentemente, são também as zonas mais difíceis de esconder durante o verão: ombros, braços, peito, pernas e pés.

Prevenção e tratamento

use protetor para se proteger da alergia ao sol

A melhor abordagem em relação à alergia ao sol é mesmo a preventiva. Por isso mesmo, talvez o melhor seja consultar um dermatologista que o aconselhe da forma mais indicada, uma vez que existem medicamentos específicos que podem ser utilizados, como antioxidantes e imunomoduladores.

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Nem só os escaldões se combatem com o protetor solar. A alergia ao sol também pode ser prevenida com a escolha de um protetor adequado à sua pele e condição, pelo que deverá procurar a melhor opção.

No caso de já não ir a tempo de prevenir o problema, pode recorrer a cremes calmantes e corticoides tópicos de modo a tratar a alergia. Porém, evite aplicar anti-histamínicos tópicos na pele, uma vez que podem piorar o seu problema.

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