A segunda edição do The Mushroom Edit realiza-se a 21 de novembro de 2026 na Taboadella, em Silvã de Cima, concelho de Sátão. O bilhete mais barato custa 45 euros e dá acesso à festa na adega, com cerca de 20 produtores e mais de 100 vinhos do Dão.
O festival junta passeios pelo bosque com micologistas, provas de vinho, gastronomia e música. Há dois bilhetes de entrada, a 45 e a 70 euros por pessoa, e duas provas de autor vendidas à parte, a 30 euros cada.
Feitas as contas, quem quiser fazer tudo gasta 130 euros só em bilhetes. Os lugares são limitados e a venda já está aberta na Ticketline.
Quanto custam os bilhetes do The Mushroom Edit
São quatro opções, mas só duas dão entrada no evento, as outras duas funcionam como extras.
| Bilhete | Horário | Preço por pessoa | O que inclui |
|---|---|---|---|
| Main Experience | 17h00 às 21h30 | 45 € | Festa na adega, provas, gastronomia, música e copo de prova |
| Immersive + Main Experience | 14h30 às 21h30 | 70 € | Percurso no bosque com micologistas + Main Experience |
| Special Experience – Vertical Encruzado | A confirmar | 30 € | Prova de autor (exige bilhete de entrada) |
| Special Experience – Dão/Climas Frescos | A confirmar | 30 € | Prova de autor (exige bilhete de entrada) |
Quanto gasta, consoante o plano
O orçamento muda bastante conforme a combinação escolhida:
- Só a festa na adega – 45 euros por pessoa, 90 euros para um casal;
- Bosque e adega – 70 euros por pessoa, 140 euros para um casal;
- Festa e uma prova de autor – 45 + 30 = 75 euros por pessoa;
- Programa completo – 70 + 30 + 30 = 130 euros por pessoa, 260 euros para um casal.
A estes valores somam-se a deslocação até ao distrito de Viseu e, para quem vem de longe, uma noite de alojamento. E há ainda a tentação das garrafas: os produtores presentes vendem vinho no local. Defina um teto para essas compras antes de sair de casa.
O que muda na edição de 2026
A primeira edição decorreu a 29 de novembro de 2025. Este ano, o festival antecipa a data para 21 de novembro e acrescenta novidades ao programa.
A maior é a conferência “Beiras Vivas”, dedicada à prevenção, regeneração e valorização do território. Decorre na manhã do festival e reúne especialistas nacionais e internacionais ligados à floresta, com o objetivo de definir um manifesto e compromissos concretos para 2027. Não é aberta ao público.
Estreiam-se também as duas provas de autor com bilhete próprio. Já os nomes dos três chefs convidados ainda não foram anunciados. Em 2025, a cozinha esteve a cargo de Diogo Rocha (Mesa de Lemos), Renato Cunha (Ferrugem) e André Carvalho (Quinta Nova).
A organização assume ainda outra ambição: transformar o festival numa plataforma de valorização do território e dos produtos endógenos do Dão. O evento tem o apoio da Câmara Municipal de Sátão e do Turismo do Centro de Portugal.
Como decorre o dia no festival
A tarde começa às 14h30 com a Immersive Experience. Durante duas horas, os participantes percorrem o bosque em três percursos distintos, acompanhados por micologistas que explicam o papel dos cogumelos no ecossistema e mostram as espécies comestíveis. As vagas são limitadas. Um passeio guiado não chega para apanhar cogumelos com segurança por conta própria. Antes de arriscar, conheça as espécies de cogumelos venenosos a evitar.
Às 17h00 abre a Main Experience, que se prolonga até às 21h30. A festa ocupa o rés-do-chão e o piso superior da adega desenhada pelo arquiteto Carlos Castanheira. Há provas comentadas, propostas gastronómicas, atuações artísticas e um DJ set. Cada participante recebe um copo de prova.
As duas provas de autor são para quem quer ir mais fundo. A “Vertical Encruzado Taboadella” coloca lado a lado várias colheitas do mesmo branco de Encruzado, a casta branca de referência da região. A segunda, “O Dão entre os Grandes Climas Frescos“, também pretende aprofundar as características dos vinhos da região.
Taboadella: onde fica a quinta que recebe o festival
A Taboadella fica em Silvã de Cima, no concelho de Sátão, na sub-região de Castendo da Região Demarcada do Dão. Tem 42 hectares de vinha divididos em 27 parcelas, cultivadas em regime de sequeiro, a altitudes entre 420 e 530 metros.
Rodeada por cinco serras, incluindo a Serra da Estrela, a quinta beneficia de noites mais frescas e de solos graníticos. Entre as castas históricas estão o Alfrocheiro, o Jaen, a Touriga Nacional e a Tinta Pinheira. Nos anos 80 chegaram a Tinta Roriz, o Encruzado, o Cerceal-Branco e o Bical, e em 2021 a Baga.
O Dão, aliás, tem vindo a ganhar peso fora de portas, veja como os vinhos do Dão cresceram nas exportações. A propriedade inclui ainda a Wine House, ponto de partida para visitas, e a Casa Villae, uma casa senhorial com oito quartos para aluguer em exclusividade.
Vale a pena ir ao The Mushroom Edit?
Na prática: 45 euros para a festa, 70 euros com o passeio no bosque, 130 euros para quem quer tudo. Para quem gosta de vinho, a Main Experience é a porta de entrada mais barata para provar dezenas de referências do Dão numa só tarde.
Se o objetivo é aprender sobre cogumelos, os 25 euros extra da Immersive Experience fazem a diferença. Como os lugares são limitados, decida cedo. E se quiser preparar a prova, conheça os vinhos premiados no concurso Os Melhores Vinhos do Dão 2026.
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Taboadella. (2026). Cogumelos, vinho e gastronomia: Segunda edição do “The Mushroom Edit” já tem data marcada e bilhetes à venda [Comunicado de imprensa].