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O que fazer com o subsídio de férias em 2019?

Não sabe o que fazer com o subsídio de férias? Descubra as melhores opções financeiras para este rendimento extra, de forma a equilibrar as suas finanças.

O que fazer com o subsídio de férias em 2019?
Saiba onde investir este montante

A chegada dos meses de verão significa um rendimento extra na conta de todos os portugueses. Ainda assim, esse valor não tem de ser gasto de uma só vez durante o período de descanso. Se não sabe o que fazer com o subsídio de férias, confira as nossas dicas.

O que fazer com o subsídio de férias?


1. Reforçar as suas poupanças

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O seu orçamento mensal está bem definido, sabe onde vai gastar o seu dinheiro e até segue à risca a regra 50/30/20. Está no bom caminho para garantir total independência financeira, mesmo em alturas complicadas e inesperadas da sua vida, mas a verdade é o que o subsídio de férias pode ajudá-lo a poupar mais umas centenas de euros todos os anos.

Se preferir, pode alocar todo o valor para a sua conta-poupança e aumentar substancialmente o montante de uma só vez.

2. Saldar as despesas previstas

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Existem despesas “sagradas” e que chegam sempre na mesma altura do ano. Se não sabe o que fazer com o subsídio de férias, aqui está uma boa forma de rentabilizar o montante e aliviar o seu esforço financeiro sem correr o risco de pagar multas por pagamentos fora do prazo previsto.

Este rendimento extra pode ser usado para o pagamento do IMI, para o seguro e a revisão do carro ou para a compra do material escolar para os filhos. Faça uma lista das suas necessidades e invista o montante de forma consciente.

3. Regularizar dívidas

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Se tem algum tipo de dívida por regularizar, a chegada do subsídio de férias é uma excelente oportunidade para saldar os compromissos em atraso.

Para não se perder entre faturas, liste as responsabilidades mensais e dê prioridade às dívidas e despesas correntes. Considere ainda renegociar as taxas de juro e os prazos de pagamento, procurar programas de apoio específico para a resolução de casos mais graves, e peça ajuda a especialistas para não se perder entre todas as obrigações.

4. Investir num depósito a prazo

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Os depósitos a prazo são a melhor opção de investimento quando não sabe se vai precisar do dinheiro a qualquer momento.  Outra vantagem deste produto financeiro é ir aumentando o valor à medida das suas possibilidades sem nenhum tipo de risco, ao mesmo tempo que vai acompanhando as subidas dos juros, podendo fazer novos depósitos com novas (e mais vantajosas) taxas.

5. Apostar na sua formação e na dos seus filhos

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O montante do subsídio de férias pode ser uma excelente forma de garantir a sua formação pessoal sem necessidade de recorrer a créditos bancários. Pode ser, ainda, uma forma de garantir a educação superior dos seus filhos e, por isso, esse valor extra que recebe anualmente poderá ajudá-lo a minimizar o seu esforço financeiro a longo prazo.

Não se esqueça que o montante não deverá ficar parado numa conta à ordem: opte por aplicá-lo num produto financeiro que pague juros acima da inflação (ou uma solução com capitalização de juros).

6. Reservar parte do montante para as suas férias

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Em tempo de férias nada como aproveitar para descansar durante uns dias com a família e os amigos. Reserve parte do montante do valor do subsídio para o pagamento da sua viagem e da estadia. Ainda assim, tenha atenção aos gastos.

Faça bem as contas, crie o seu próprio orçamento familiar para esta altura do ano e siga à risca o plano definido. O objetivo é garantir que não gasta todo o montante neste período de férias.

7. Apostar num fundo de emergência

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Se quer evitar surpresas desagradáveis ao longo da vida, não se esqueça de apostar num fundo de emergência. É a chamada “almofada financeira” que permita fazer face a qualquer imprevisto. De acordo com os especialistas, o fundo de emergência deve ter por base o valor real do seu salário ou das despesas mensais.

Para fazer o cálculo deve ter em conta um intervalo temporal de três meses a um ano. Ou seja, o valor do seu fundo de emergência terá de corresponder, pelo menos, a três salários ou a três meses de despesas fixas.

O valor do fundo de emergência deve ser aplicado em produtos financeiros ou contas de investimento com poucos riscos associados sem penalizações de remuneração ou de reembolso antecipado.

8. Poupar para a reforma

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De acordo com os dados do Instituto BBVA das Pensões, em 2017, 40% dos portugueses já poupou ou poupa para a reforma. Ainda assim, esta ainda não é uma prioridade entre as pessoas que garantem ter capacidade de poupar mensalmente.

Para garantir um nível de vida confortável durante os anos da reforma, deverá começar já a fazer contas à vida. Faça a sua simulação e descubra qual o montante real da sua reforma e, mediante o valor apurado, defina o montante mensal que terá de colocar de parte para conseguir poupar um rendimento idêntico ao do salário.

Se não sabe o que fazer com o subsídio de férias, aqui está uma boa forma de rentabilizá-lo. Para isso, deverá apostar em produtos financeiros que permitam maximizar este rendimento: os PPR e os certificados de aforro podem ser a solução.

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Pedro Andrade Pedro Andrade

O amor à voz e às palavras levou-o, desde sempre, à rádio. Entrega-se à escrita (mais ou menos) criativa sem nunca esquecer a paixão pelo mar, pela boa comida e pelos serões rodeado da família e amigos.

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