Pedro Andrade
Pedro Andrade
12 Jun, 2019 - 09:35
O que fazer com o subsídio de férias em 2019?

O que fazer com o subsídio de férias em 2019?

Pedro Andrade

Não sabe o que fazer com o subsídio de férias? Descubra as melhores opções financeiras para este rendimento extra, de forma a equilibrar as suas finanças.

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A chegada dos meses de verão significa um rendimento extra na conta de todos os portugueses. Ainda assim, esse valor não tem de ser gasto de uma só vez durante o período de descanso. Se não sabe o que fazer com o subsídio de férias, confira as nossas dicas.

O que fazer com o subsídio de férias?

1. Reforçar as suas poupanças

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O seu orçamento mensal está bem definido, sabe onde vai gastar o seu dinheiro e até segue à risca a regra 50/30/20. Está no bom caminho para garantir total independência financeira, mesmo em alturas complicadas e inesperadas da sua vida, mas a verdade é o que o subsídio de férias pode ajudá-lo a poupar mais umas centenas de euros todos os anos.

Se preferir, pode alocar todo o valor para a sua conta-poupança e aumentar substancialmente o montante de uma só vez.

2. Saldar as despesas previstas

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Existem despesas “sagradas” e que chegam sempre na mesma altura do ano. Se não sabe o que fazer com o subsídio de férias, aqui está uma boa forma de rentabilizar o montante e aliviar o seu esforço financeiro sem correr o risco de pagar multas por pagamentos fora do prazo previsto.

Este rendimento extra pode ser usado para o pagamento do IMI, para o seguro e a revisão do carro ou para a compra do material escolar para os filhos. Faça uma lista das suas necessidades e invista o montante de forma consciente.

3. Regularizar dívidas

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Se tem algum tipo de dívida por regularizar, a chegada do subsídio de férias é uma excelente oportunidade para saldar os compromissos em atraso.

Para não se perder entre faturas, liste as responsabilidades mensais e dê prioridade às dívidas e despesas correntes. Considere ainda renegociar as taxas de juro e os prazos de pagamento, procurar programas de apoio específico para a resolução de casos mais graves, e peça ajuda a especialistas para não se perder entre todas as obrigações.

4. Investir num depósito a prazo

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Os depósitos a prazo são a melhor opção de investimento quando não sabe se vai precisar do dinheiro a qualquer momento.  Outra vantagem deste produto financeiro é ir aumentando o valor à medida das suas possibilidades sem nenhum tipo de risco, ao mesmo tempo que vai acompanhando as subidas dos juros, podendo fazer novos depósitos com novas (e mais vantajosas) taxas.

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5. Apostar na sua formação e na dos seus filhos

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O montante do subsídio de férias pode ser uma excelente forma de garantir a sua formação pessoal sem necessidade de recorrer a créditos bancários. Pode ser, ainda, uma forma de garantir a educação superior dos seus filhos e, por isso, esse valor extra que recebe anualmente poderá ajudá-lo a minimizar o seu esforço financeiro a longo prazo.

Não se esqueça que o montante não deverá ficar parado numa conta à ordem: opte por aplicá-lo num produto financeiro que pague juros acima da inflação (ou uma solução com capitalização de juros).

6. Reservar parte do montante para as suas férias

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Em tempo de férias nada como aproveitar para descansar durante uns dias com a família e os amigos. Reserve parte do montante do valor do subsídio para o pagamento da sua viagem e da estadia. Ainda assim, tenha atenção aos gastos.

Faça bem as contas, crie o seu próprio orçamento familiar para esta altura do ano e siga à risca o plano definido. O objetivo é garantir que não gasta todo o montante neste período de férias.

7. Apostar num fundo de emergência

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Se quer evitar surpresas desagradáveis ao longo da vida, não se esqueça de apostar num fundo de emergência. É a chamada “almofada financeira” que permita fazer face a qualquer imprevisto. De acordo com os especialistas, o fundo de emergência deve ter por base o valor real do seu salário ou das despesas mensais.

Para fazer o cálculo deve ter em conta um intervalo temporal de três meses a um ano. Ou seja, o valor do seu fundo de emergência terá de corresponder, pelo menos, a três salários ou a três meses de despesas fixas.

O valor do fundo de emergência deve ser aplicado em produtos financeiros ou contas de investimento com poucos riscos associados sem penalizações de remuneração ou de reembolso antecipado.

8. Poupar para a reforma

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De acordo com os dados do Instituto BBVA das Pensões, em 2017, 40% dos portugueses já poupou ou poupa para a reforma. Ainda assim, esta ainda não é uma prioridade entre as pessoas que garantem ter capacidade de poupar mensalmente.

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Para garantir um nível de vida confortável durante os anos da reforma, deverá começar já a fazer contas à vida. Faça a sua simulação e descubra qual o montante real da sua reforma e, mediante o valor apurado, defina o montante mensal que terá de colocar de parte para conseguir poupar um rendimento idêntico ao do salário.

Se não sabe o que fazer com o subsídio de férias, aqui está uma boa forma de rentabilizá-lo. Para isso, deverá apostar em produtos financeiros que permitam maximizar este rendimento: os PPR e os certificados de aforro podem ser a solução.

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